Parabéns Jefão/Coluna do Pastor: Especial Weifang Cup

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O Blog do São Paulo parabeniza o bom baiano do site.

 

Um cara com muitos amigos, querido de todos e que representa nossa sãopaulinidade na terra do Axé.

 

Jeffão, que Deus te abençõe e te dê tudo aquilo que merece. Saúde, paz, amor e muitos títulos para nosso amado Tricolor.

 

Abraços de seus amigos!

 

 

 

 

 

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Especial Weifang Cup: O time encarou uma longa viagem de 50 horas ate a China para disputar a competição, veja abaixo um resumo de cada jogo do tricolor:

1a Fase

São Paulo 3 x 3 Chivas

O jogo contra o time mais forte da chave aconteceu sob muito calor, os dois times começaram cadenciando o jogo, mas logo começaram a ser mais ofensivos. O time tricolor sofreu em TODAS as bolas aéreas no jogo e também pelo chão, um jogo pra se esquecer da atuação de nossos zagueiros, apesar disso, a reação tricolor era sempre rápida. Os gols do time foram marcados por Joanderson (Duas vezes, um deles um lindo chute de fora da área) e Pedro Bortolluzo de letra.

Time do tricolor na partida: Rafael; Foguete (Pedro, 41min/2ºT), Hugo, Lucas Kal e Matheus Reis (Silas, 40min/2ºT); Gustavo Hebling, Felipe Araruna, Matheus Queiroz (Vitor Tormena, 39min/2ºT) e Léo Prado (Inácio, 23min/2ºT); João Paulo e Joanderson (Bruno, 30min/2ºT).

São Paulo 4 x 1 Wolfsburg

Apesar do largo resultado, o time tricolor sofreu muito no primeiro tempo. Diante da forte marcação do time alemão, o primeiro tempo foi disputado, até feio em alguns momentos, mas o tricolor seguia tendo sempre maior posse de bola. No segundo tempo o técnico menta foi fundamental no resultado, modificando o jeito de jogar do time e abrindo os atacantes para fazer o jogo fluir pelos lados. Diferentemente do primeiro jogo, a zaga funcionou muito bem, Lucas Kal abriu o placar de cabeça logo no inicio do segundo tempo. Pouco tempo depois Matheus Reis fez grande jogada e tocou pra Joanderson balançar a rede. O terceiro saiu depois de grande jogada de Léo Prado que driblou três defensores e tocou pra Joanderson que chegou antes do goleiro fazer mais um, o quarto dele na competição. Pra fechar o placar Matheus Reis cobrou e converteu pênalti sofrido pelo lateral Inácio. Nos acréscimos em dividida duvidosa com o goleiro o Wolfsburg fez o de honra, nada que atrapalhasse naquele momento. Com o resultado o time ficou na liderança do grupo devido ao saldo de gols

Time do tricolor na partida: Lucas Paes; Foguete, Hugo, Lucas Kal e Matheus Reis; Gustavo Hebling (Vitor Tormena, 29min/2ºT), Felipe Araruna (Silas, 30min/2ºT), Matheus Queiroz (Inácio, 22min/2ºT), Leonardo Prado (Pedro, 33min/2ºT); João Paulo e Joanderson (Bruno, 32min/2ºT).  

São Paulo 3 x 1 Seleção da China

 

Em um jogo de muita violência por parte dos chineses, o São Paulo conseguiu a vitória com trocas de passes e boas viradas de jogo. O primeiro gol saiu depois de uma troca de passes entre Léo Prado e Inácio, que cruzou para o gol de Joanderson. Inácio era o mais acionado durante o jogo, e foi ele que fez o segundo gol, quando recebeu a bola no meio campo, puxou pra esquerda e acertou um lindo chute de fora da área. O terceiro gol foi praticamente uma repetição do primeiro, Léo Prado driblou o volante chinês, e lançou Inácio que dominou e tocou pra entrada da área encontrando Joanderson, que dominou e bateu pra fazer o segundo dele, terceiro do tricolor. O segundo tempo foi de um São Paulo retrancado, levando pressão e sem conseguir sair no contra ataque, e isso ocasionou dois problemas pro time. O primeiro foi o gol do time chinês, que não influenciou tanto no placar, mas o maior problema é que pela falta de ofensividade, e pelo gol sofrido, o time ficou dois gols atrás do Chivas, que goleou o Wolfsburg por 6 a 0 e ficou em primeiro lugar no grupo. Com isso o time ficou em 2° e enfrentaria o forte time do River Plate.

Time do tricolor na partida: Lucas Paes; Foguete, Hugo, Lucas Kal e Matheus Reis; Gustavo Hebling (Silas, 25min/2ºT), Felipe Araruna, Leonardo Prado e Inácio; Joanderson (Bruno, 22min/2ºT) e João Paulo (Vitor Tormena, 2min/2ºT).

Semi Final

São Paulo 1 x 3 River Plate

 

Assim como os profissionais, a base do River mostrou ter muita raça e técnica e conseguiu assim eliminar o tricolor. Apesar da boa atuação do time, a pressão do time argentino fez a diferença, roubando muitas bolas e atrapalhando a saída de jogo tricolor, o time conseguiu fazer assim seus três gols. No segundo tempo o São Paulo voltou atacando mais, dominando o jogo com muita posse de bola, mas só conseguiu furar a retranca num pênalti sofrido e convertido por Joanderson, artilheiro do time na competição com 7 gols. O time volta a campo hoje às 22 horas para enfrentar o Chivas pelo terceiro lugar da competição.

Time do tricolor na partida: Lucas Paes; Foguete (Pedro), Vítor Tormena, Lucas Kal e Matheus Reis; Gustavo Hebling, Felipe Araruna, Leonardo Prado (Matheus Queiroz) e Inácio; Joanderson e João Paulo.

Sub 15- O time enfrentou o Osasco na casa do adversário e se aproveitou das falhas na bola aérea do adversário pra garantir a vitória por 3 a 2, em mais um jogo onde a marcação do time fez a diferença. O melhor do time foi o camisa 8 Igor Gomes que além de fazer um dos gols ainda deu assistência pra mais um.

Sub 17-Mais um grande jogo do time, com muita posse de bola e talento do time, tudo começou em um cruzamento pra área que Felype Hebert que é muito bom na bola aérea aproveitou cabeceando como manda a regra, pro chão próximo ao goleiro. Depois vieram os gols de Matheus Henrique e Marlon, finalizando o jogo em 3 a 0. Guilherme, zagueiro e capitão nesse jogo foi mais uma vez um grande destaque roubando e desarmando muito durante o jogo.

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Pato: ‘Quero estar sempre jogando’

Pato foi o nome do jogo contra o Bragantino, na noite da última quarta-feira, em disputa que aconteceu em Ribeirão Preto. Com boa atuação, o atacante, que voltou a ser titular após seis jogos, recebeu elogios da torcida e foi exaltado pelos companheiros de equipe.

E para dar sequência a essa boa fase, o atacante espera poder entrar em campo no próximo sábado (02), quando o São Paulo joga no Morumbi, diante do Criciúma. Pato espera que o que mostrou em campo na última partida possa fazer com que Muricy opte por dar uma oportunidade a ele entre os titulares.

“Sou jogador de futebol, quero sempre estar jogando. Tenho que obedecer as ordens, ele (Muricy) é quem decide, que sabe quem vai jogar. Se tenho alguma dificuldade, tenho que aprender, me esforçar, para chegar até ele confiante. O trabalho é o que pode dar a ele confiança em mim para ele me coloque para jogar”, afirmou o jogador.

Pato reconhece que em alguns momentos os colegas de posição tiveram melhor rendimento que ele, e por isso mesmo espera ter uma sequência de bons jogos, como o contra o Bragantino, para que possa embalar no ataque tricolor.

“Quando cheguei, fiz alguns jogos, mas reconheço que alguns jogadores tiveram atuações melhores que eu e mereceram a vaga de titular. Tenho que aproveitar os momentos que tenho pra jogar, ontem era o jogo que tinha para aproveitar a oportunidade, e espero ter essa sequência bem em campo.”

Para montar o ataque que entrará em campo no Morumbi, o técnico Muricy Ramalho terá o retorno de Alan Kardec, mas ainda vai esperar a definição da situação de Osvaldo, que se recupera de um trauma no quadril. Assim, a segunda vaga no ataque são-paulino está aberta, o que aumenta as chances do camisa 11 ser titular.

“Eu estou pronto. Estou preparado, fiz o jogo contra o Bragantino, desfrutei ao máximo a minha oportunidade. Agora vai depender do professor. Independente da formação tática que ele escolher, quem vai jogar, estou preparado, pronto. E mesmo se não me escalar, vou estar pronto, no banco ou como titular”, completou.

A vontade de ajudar o São Paulo é tanta que Pato se coloca à disposição de Muricy para jogar inclusive em outras posições. “Não tenho nenhum problema em jogar em nenhuma posição. No Milan, até mesmo na Seleção, joguei de várias formas. Se precisar, estou pronto para jogar tanto na frente, quanto na lateral e até no meio”, finalizou.

O Tricolor enfrenta o Criciúma no próximo sábado (02), no Morumbi. A partida está marcada para às 18h30, e é válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Site Oficial

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Pato se diz pronto e pede sequência no São Paulo: “Estava merecendo”


Camisa 11 marcou um dos gols e teve boa atuação na vitória por 2 a 1 sobre o Bragantino, pela Copa do Brasil, na última quarta-feira, em Ribeirão Preto

A boa partida que fez contra o Bragantino, quando marcou um gol de pênalti e foi um dos poucos destaques na vitória por 2 a 1, já faz Alexandre Pato sonhar com dias melhores no São Paulo. O jogador deixou claro em entrevista concedida nesta quinta-feira: por tudo que tem feito nos treinamentos, espera novas oportunidades e acredita que já merecia uma vaga para começar como titular do Tricolor.

– Aproveitei ao máximo os treinos realizados nos Estados Unidos. Contra o Bahia, joguei pouco. Diante do Goiás, entrei no intervalo e me esforcei bastante. Acho que já estava merecendo uma vaga como titular. Aproveitei a oportunidade e espero mais chances para que eu possa jogar. Eu estou pronto – afirmou o jogador, que tem quatro gols na temporada.

O bom momento pôde ser verificado antes da coletiva, quando Pato esteve na piscina e fez hidroginástica com os companheiros que participaram da partida contra o Bragantino. Muito à vontade, ele brincou, deu risadas e deixou claro que, se depender dele, muita coisa boa ainda pode acontecer.

O camisa 11 saiu em defesa de Muricy Ramalho e disse que, com tantas peças de qualidade, é preciso tempo para que tudo possa ser treinado, ajustado e que o São Paulo finalmente mostre o futebol que todos esperam.

– Não é logo de cara que vai dar o resultado esperado. É preciso ter uma sequência de jogos, achar o time ideal, e tenho certeza de que o professor Muricy vai encontrar. Acho que as análises só poderão ser feitas em dezembro, quando acaba o campeonato. Como todos aqui, quero títulos, quero marcar meu nome na história do clube – disse.

Alexandre Pato tem boas chances de permanecer na equipe na partida de sábado, contra o Criciúma, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Como Osvaldo e Luis Fabiano estão voltados, ele e Ademilson brigam para atuar ao lado de Alan Kardec, Com o bom futebol mostrado em Ribeirão Preto, ele leva vantagem e deverá seguir como titular no confronto que será disputado no Morumbi.

 

 

 

Fonte: globo.com

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Parabéns Junior/Coluna do Paulo Martins: Onaíra!

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Ele tem comentado pouco mas é um querido de todos.
Sempre agregando com comentários pertinentes.
Um amigo que temos aqui e hoje é seu dia.

Junior Fernandez, que você tenha um dia bem especial e sua vida seja repleta de coisas boas hoje e sempre.

Um abraço dos amigos do Blog do São Paulo

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Uma imensidão azul de doer os olhos e refrescar a alma. As poucas nuvens, meras transeuntes errantes, pareciam pintadas a nanquim. Era a porção celestial da paisagem agreste de uma cidadezinha do interior do Ceará, tomada pela seca que há tempos estendeu seu lençol rachado de tom fúnebre por todo o horizonte alcançável pela visão dos que insistiam e persistiam sobreviver naquelas terras.

Quem seria capaz de criar um céu tão lindo como aquele? É provável que tamanha beleza daquele céu pudesse ser explicada pela implacável aridez de tudo, única coisa capaz de brotar daquele chão, pela palheta âmbar que impunha a todo ser vivente que cometesse a ousadia de imolar-se naquele flagelo que Onaíra, filho de João e neto de Genival, chamava de lar. Era assim que as pessoas eram conhecidas naquele lugar: pelo nome seguido das descendências de segundo e primeiro graus.

Onaíra era o típico menino do agreste: a epifania do sofrimento incrustado em meio metro de gente. As pernas finas e os joelhos saltados só não chamavam mais atenção que o crânio avantajado e os olhos redondos e negros como duas jabuticabas maduras. A vivacidade daqueles olhos, as duas janelas da alma daquele menino, junto da maneira peculiar de ver a vida e encarar aquele martírio interminável eram capazes de fazer o sertão virar mar.

Os recursos do pai de Onaíra, João, intrínsecos ao mal humor da seca povoada pela caatinga, eram reduzidos e na casa da família, por ele mesmo construída de pau a pique, rebocada com a terra arenosa do sertão misturada às cinzas do fogão à lenha e chão de terra batida, havia poucos cômodos. Onaíra, o mais jovem componente de uma linhagem de três meninos, dormia junto da mãe, Cássia Quitéria, no chão, ao lado do fogão à lenha, razão pela qual vivia com os pés pretos, impregnados pela fuligem do fogo intermitente, um recurso para espantar insetos e outros pequenos animais, além de ajudar a iluminar o recinto, onde luz elétrica, sem exageros, era algo tão improvável quanto a viagem no tempo em dias atuais. Notícias, só pelo rádio, ligado uma vez por semana para economizar a bateria que o pai recarregava a troco de pelegos, couro ou qualquer coisa que interessasse sêo Tosseira, dono da “loja de rolos” do pequeno vilarejo, que tinha esse apelido pelo pouco cabelo que tinha, praticamente um chumaço no topo da cabeça.

De água, pouco se via naquele lugar. Chovia no máximo duas ou três semanas por ano; os banhos rareavam, de modo que Onaíra vivia rajado tal qual um tigre de bengala, com listras amarelas impressas pela poeira e outras negras tatuadas pela fumaça. Sem dúvidas, era uma vida difícil, mas todos se viravam como podiam, muitas vezes tendo que conviver com carcaças de animais mortos, martirizados pela seca.

Consta que o vilarejo só foi emancipado por capricho de algum político graúdo, e se havia algo que sobrava era a falta de tudo, principalmente do básico. Diversão e arte eram supérfluos, mas mesmo assim podiam ser vistas quando o lugar plano em frente à casa do rotundo sêo Cuta, o “prefeito” local, abrigava o saltitar de uma pelota de capotão e pó, doada pelo alcaide municipal como se fosse o maná do reino dos céus. Dada aquela situação miserável, quem diria que para aqueles meninos flagelados não era mesmo? No primeiro quicar do couro na terra, uma certeza: Onaíra, então com 12 anos, estaria por ali correndo atrás dela, todo desajeitado. E com requinte singular: os pés escurecidos faziam dele o único a “calçar chuteiras em campo”. Ao menos era o que o menino fantasiava, como se quisesse rir da própria sorte, ou da falta dela!

Mas nem todos eram iguais naquele lugar. Uns eram mais iguais que os outros. Sêo Cuta, velho político local, era a síntese do que se vê na maioria de sua classe no país: vivia com algum conforto para aqueles padrões e relegava ao povo as migalhas que sobravam das benfeitorias que fazia em causa própria. Por exemplo: secretamente, era “dono” de um poço artesiano que lhe garantia abastecimento de água encanada, eletricidade a gerador e mimos como mariola e queijo frescos, que vinham diariamente para sua despensa, desviados da merenda escolar local.

A bola que subia e descia, ia , vinha e ricocheteava no chão levantando poeira era uma dessas migalhas, que enchia de terra os olhos e de sonhos a cabeça daqueles meninos. Era tudo improvisado, mas havia até aglomeração para ver aquele tedéu de gente correndo atrás da bola. Um mistério saber como eles se dividiam e se identificavam, por estarem todos descamisados, maltrapilhos. Imagina-se que pelo tom de terra no couro. Ninguém sabe ao certo, mas o fato é que funcionava de alguma maneira.

Até o dia em que Onaíra tentou um lance de efeito e selou a sorte daquele campinho: passou por dois adversários e, cara a cara com o goleiro, mirou, encheu o pé e disparou um chute tão ruim que passou como um foguete longe do gol. Tal qual um pelote disparado por uma cetra, a redonda emitindo um rastro de terra seca saiu da vista de todos em alta velocidade e atingiu em cheio o velho telhado da casa de sêo Cuta, abrindo uma clareira de mais ou menos um metro e meio de diâmetro, capaz de fazer o prefeito e primeira dama verem avião passar encostados na pia da cozinha, enquanto se fartavam de mariola com queijo as custas da miséria alheia.

Vendo a esposa, de susto, desfalecer em tosses por afogamento, o homem pôs-se a sacudir a mulher de um lado a outro. Mariola e queijo voavam pelas paredes do casebre. Dona Iraci estava salva. Mas o alcaide, possesso, saiu feito raio em direção ao campo de terra rachada e, com a bola debaixo do braço, faca na cintura e o dedo em riste, aos berros, inquiriu “virgulinamente”: “Quem foi o filho de uma égua que abriu um buraco no meu telhado?”. Silêncio ensurdecedor… “Quem foi?” Insistiu o homem, com olhar de quem estaria prestes a amolar a peixeira no chão. Sacou a arma branca e vazou a pelota. Prometeu destruir o campo.

Vendo aquilo tudo, entristecido pela bola e tentando evitar o fim do campo, Onaíra tomou coragem, deu um passo adiante e disse: “Fui eu, sêo Cuta”. O homem enrijeceu o fino bigode, guardou o punhal foi até o menino e deu-lhe dois cascudos nas ventas. E sentenciou: “O primeiro é pelo buraco no telhado e o segundo é por ser jumento de assumir a culpa.” Naquele tempo, o “corretivo” era algo aceitável, normal, impoluto. O menino foi ao chão. Chorou. Chorou por ter sido homem, por ter renunciado ao abrigo do anonimato. Chorou por ter dado som ao verbo que admitiu a culpa. Chorou por ter feito o certo que sêo Cuta sentenciou como errado.

Sem bola, sem campo e sem vida, Onaíra abraçou a escola, numa ironia do destino, o melhor que poderia ter lhe restado. Aos poucos, compreendeu o que se passava por ali. Descobriu alguns fatores que o acorrentavam a sua miserabilidade, tal qual a maioria do seu povo; principalmente, enxergou quem se empanturrava dela. O tempo passou, Onaíra fez brilhante carreira com as letras que o estudo lhe deu e voltou ao pó que o perseguiu por longos anos de sua vida. Mas não sem antes se imortalizar. Porque a estória dele persiste, virou um causo que é contado entre todas as paredes de pau e barro daquela pequena cidade. Um causo que termina com a tese de que Onaíra, hoje liberto do temporário cárcere carnal, vaga por aquelas terras intrigado, sem saber o porquê de tanto rigor com o verbo e tanto descaso com a verba.

 

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Copa do Brasil/2014 – Bragantino x São Paulo – Análise, Notas, BC/BM

EXPECTATIVA…

Depois de duas derrotas seguidas e de despencar na tabela pelo Campeonato Brasileiro, é chegado o momento de enfrentar as dificuldades do time, porém em outro torneio, aquele que o São Paulo não tem: a Copa do Brasil. Os desfalques preocupam, mais ainda as improvisações de Muricy, principalmente com Douglas no ataque. Pode dar certo, mas…

…REALIDADE!

Primeiro Tempo

Adversário todo encolhido, São Paulo com posse de bola… As duas últimas partidas foram assim e os resultados todos conhecemos. Mas talvez agora pudesse ser diferente, porque o tricolor, parecia, tinha mais espaço para trabalhar pelo meio com Ganso e pela esquerda com Álvaro Pereira. Ainda que sem tanta efetividade, o São Paulo até que chegava, porém mais movimentação e ímpeto não fariam mal. Porque a fragilidade do adversário era tanta que Bruno Recife, meramente pressionado por Rodrigo Caio, fez lambança e marcou contra aos 17 minutos. 0×1 São Paulo.

Ganso, embora sem muito brilho, participava bastante do jogo, caindo pelos lados do campo e aparecendo pelo meio também. Maicon, que gritava com todo mundo, errava muitos passes e irritava a todos por esses dois motivos.

E num lance de refinadíssima técnica, de Pato a Ganso e de Ganso a um dos quase gols mais lindos que este escriba já viu, aos 31. O 10 do São Paulo recebeu passe depois de rápida triangulação dentro da grande área e, gênio, viu o goleiro Renan adiantado. Cavadinha na bola e a pelota passou triscando o travessão… Seria um golaço! Na sequência, quase que Renan toma um daqueles frangos antológicos!

Só não dava para dizer que o jogo era bom. O Bragantino, que nada fez no primeiro tempo inteiro, aos 41 quase aprontou, em cobrança de escanteio. A bola viajou, não foi cortada pela defesa tricolor e, do primeiro pau Robertinho, meio desajeitado, tocou de cabeça, para trás. A bola acertou o travessão de Rogério Ceni, vendido no lance.

Segundo Tempo

Sem alterações, o tricolor voltou para o segundo tempo. E o Bragantino assustou logo aos 3 minutos, naquele que é um dos flagelos do São Paulo há algum tempo: bola aérea. Maicon, horroroso, cooperava para a ascensão do Bragantino no jogo. Um inexplicável apagão abatia o tricolor e não fosse Rogério Ceni corrigir com uma bela defesa um erro de posicionamento dele próprio, o Bragantino, décimo nono colocado da Série B, teria empatado. Mas, que fique claro, o alvinegro de Bragança já fazia por merecer pelo menos o empate, pois o futebol tricolor era ridículo.

Ganso queria fazer algo e até fazia. Aos 11, fez belíssimo corta-luz e abriu uma avenida para Douglas bater de fora da área. Mas o lateral tricolor mandou a bola fora do estádio… Era como dar pérolas aos porcos! Pato pouco aparecia, mas quando recebia a bola em condições criava problemas ao adversário, como aos 16 minutos ele deixou Ganso na cara de Renan. O camisa 10 tentou bater por baixo e o goleiro defendeu. Luisinho respondeu aos 17 e por muito pouco não empatou, aparecendo para cabecear na cara de Rogério Ceni.

Aos 22, porém, o camisa 11 jogou de zagueiro ao desviar chute potencialmente perigoso de Ademílson contra o gol de Renan. Mas quis redimir-se aos 24 minutos ao dar um gol para Maicon fazer. Entretanto, o meio-campista tricolor finalizou muito mal, para fora. Aos 29, Maicon fez boa jogada pela direita e cruzou para a grande área. Alvaro Pereira foi deslocado no ar dentro da área. Pênalti. Rogério Ceni entregou a bola para Alexandre Pato, que foi para a cobrança, mandou na bochecha da rede e marcou o quinto gol dele com a camisa do São Paulo! 0×2!

Só que jogo sem falha defensiva não é jogo do São Paulo. Com muito espaço, aos 38 minutos Leo Jaime avançou pela esquerda da defesa e mostrou ao tricolor que a vida não presta. Luisinho recebeu dentro da área e fuzilou… 1×2. O Bragantino queria se animar, mas a ruindade não deixava. O tricolor era um time esquisito, porque não é justificável tomar sufoco do décimo-nono colocado da Série B!

Por: Paulo Martins

 

NOTAS   

ROGÉRIO CENI: Mal posicionado e “vendido” em alguns lances. Foi grande ao ceder o pênalti a Pato. 5

PAULO MIRANDA: Estabanado e esquisito, do seu jeito tratou de não complicar. 5,5

RAFAEL TOLÓI: Seguro. Não teve pernas para acompanhar a descida de Léo Jaime e fazer a cobertura sobre Álvaro Pereira. Acontece. 6,5

RODRIGO CAIO: Idem a Tolói. Foi boa opção quando subiu ao ataque. 6,5

ALVARO PEREIRA: No primeiro tempo, apareceu mais. No segundo, sofreu o pênalti. E também sofreu com Léo Jaime no seu setor, principalmente no lance do gol. 6

SOUZA: É um dos mais seguros no meio-campo, mas sofre com Maicon. 5,5

GANSO: O melhor do time. Participou bastante do jogo, criou oportunidades, fez lances de efeito… 7,5

MAICON: Irritadiço, errou muitos passes, deu bolas de graça para os adversários. Se redimiu com o cruzamento que originou o pênalti em Álvaro Pereira e o gol de Pato, o segundo. 4,5

DOUGLAS: Não justificou, ofensivamente, sua entrada. Aparecer esporadicamente na defesa, mas foi muito pouco. 5

ALEXANDRE PATO: Movimentou-se bastante, tentou bons passes, finalizações… Com a bola nos pés, é perigoso. Mas, convenhamos: era o Bragantino. Precisa mostrar mais. 6,5

ADEMÍLSON: Não foi bem. Perdeu bolas fáceis e criou muito pouco. 5,5

MURICY: Não consegue fazer o time jogar. No primeiro tempo, até que o São Paulo esteve organizado. No segundo, tomou sufoco. Ninguém sabe o que ele tem visto em Maicon para mantê-lo no time. A defesa segue falhando e o time não se entrosa. Dureza! 3

Por: Paulo Martins

 

BOLA CHEIA

  • A vitória
  • Ganso

BOLA MURCHA

  • O time, que não engrena!
  • Maicon;
  • Douglas.

 

Por: Paulo Martins

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Preleção Copa do Brasil 2014: Bragantino x São Paulo

Bragantino x São Paulo

Nesta quarta-feira o São Paulo dará seguimento na busca pela única taça que nos falta: a Copa do Brasil! Após passar por CSA e CRB, chegamos agora a fase 16 avos de final, e nosso adversário da vez é o Bragantino, que eliminou o Figueirense nos pênaltis. Podemos ganhar de 7×1 que mesmo assim não eliminaremos o jogo da volta, já que esta regra é válida só nas 2 primeiras fases. A partida de hoje será em Ribeirão Preto e o da volta acontece no dia 13/08.

Único que jogou bola diante do Goiás, Kaká (o tempo todo aliás… e olha que nem estava em sua melhor forma física), será poupado visando o Criciúma do sábado. Também ficam de fora Antonio Carlos e Osvaldo, além do já sumido Luís Fabiano. Para tristeza geral da Nação, ele, o favorito de Muricy, Maicon, volta ao time… que os deuses do futebol nos protejam, amém! Outro grande “reforço” para a partida é Paulo Miranda! Sinceramente, nem lembrava que ele existia… nem Hudson aliás. Não que este último vá jogar… só lembrei dele agora e resolvi comentar.

Com vários desfalques, fica difícil especular o que o banguelo fará. A zaga deve ser a mesma do último jogo, com Lucão substituindo AC. Caso o moleque mercenário fique no banco, Rodrigo Caio vai pra zaga e Maicon pro meio. Falando em zaga, que fase de Alvaro Pereria hein?? Ele voltou da Copa? Completamente omisso nas partidas. Boschilia pode pintar no meio de campo ao lado de Ganso e o time permaneceria no 4-4-2. Lá na frente, Ademilson e Alexandre Pato. Se o uruguaio está omisso nas últimas partidas o que dizer de Pato?? Deixa pra lá. Alan Kardec não joga porque o regulamento não permite que atue por 2 clubes.

O Bragantino sempre se acostumou a incomodar os grandes clubes paulistas. No início do ano, mas uma vez estiveram nas quartas-de-final, eliminados pelo Palmeiras. Porém o que parecia uma temporada promissora vai indo por água abaixo: o Braga enxerga na Copa do Brasil a chance de “salvar” o ano, já que na Série B é sério candidato ao rebaixamento, acumulando 3 derrotas seguidas.  Titular absoluto no gol alvinegro, o goleiro Renan estava presente naquela fatídica noite em 2011, onde vimos o Tricolor deixar a vaga escorrer pelos dedos diante do Avaí.

Realmente não da para entender o que acontece com o São Paulo. Antes o time era medonho, com jogadores medianos para baixo e dava para entender. Mas nesse ano vieram grandes nomes como Pato, Alan Kardec e a cereja no bolo, Kaká… somem-se a eles Luís Fabiano, Rogério Ceni, PH Ganso, Alvaro Pereira e outros medianos como Souza, Antonio Carlos, Rodrigo Caio etc… e o futebol? NÃO EXISTE! É inadmissível estarmos atrás do modestíssimo SPORT no  Brasileirão. Acho que passaremos para as 8ªs, porém com muito sufoco. Será que nem diante do VICE LANTERNA da SEGUNDONA Muricy não conseguirá montar um time?? Será que levará nó tático do glorioso PC Gusmão?  Veremos.

Mas é vida que segue! Apesar de estarmos, e falo por todos, P da vida com o São Paulo, nosso papel temos que fazer!! Portanto VAMOS SÃO PAULOOOOOO! Pra cima deles e rumo a vitória!! #3Cores1SóTorcida

Por: Leandro Teixeira

 

BRAGANTINO X SÃO PAULO

Data/Hora: 30/07/2014, as 22h00

Estádio: Santa Cruz, em Ribeirão Preto/SP

Arbitragem: Thiago Duarte Peixoto/SP, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho/SP e Fabio Rogério Baesteiro/SP

Bragantino: Renan, Robertinho, Tobi, Alexandre e Bruno Recife; Francesco, Geandro, Gustavo Campanharo e Magno; Cesinha e Luisinho. Técnico: Paulo César Gusmão

São Paulo: Rogério Ceni, Douglas, Rafael Toloi, Lucão (Rodrigo Caio) e Alvaro Pereira; Souza, Rodrigo Caio (Maicon), Boschilia e Ganso; Ademílson e Pato. Técnico: Muricy Ramalho

Transmissão: Globo, Band

 

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Coluna do José Renato: Um monstro chamado Roberto Dias

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Quando vejo o futebol olímpico não há como deixar de lembrar um dos maiores craques da história do tricolor, Roberto Dias.

As Olímpiadas de 1960, em Roma, marcaram a estreia de Dias na seleção brasileira.

Sua idade? 17 anos

Ao seu lado, formando o meio campo, outro monstro, que anos depois também faria história em nosso time, Gérson.

Naquela edição olímpica, o Brasil acabou não passando de fase, uma vez que perdeu a liderança de seu grupo para a seleção da casa.

Na partida contra os italianos, nossa seleção vencia por 1 a 0 até os 25 minutos do segundo tempo, e jogava pelo empate para conquistar a vaga.

Pois bem, os italianos marcaram três gols e nos eliminaram.

Poucos dias antes frente o selecionado de Taiwan, nossos craques tricolores marcaram os cinco gols da goleada brasileira, três de Gerson e dois de Roberto Dias.

Falar sobre Roberto Dias é algo que teve ser motivo de orgulho para qualquer torcedor.

Dias foi o líder de um São Paulo que ficou marcado para a história não pela conquista de títulos, uma vez que a prioridade de nosso clube era construir o maior estádio particular do mundo.

Um jogador que, embora tenha sido bicampeão paulista, em uma época em que o estadual era um campeonato de grande relevância, acabou entrando para a história do nosso time, não por estes títulos, mas sim pela dignidade, liderança e por jogar muita, mas muita bola.

Dias faleceu em 26 de setembro de 2007 e nada como ler um texto autobiográfico dele para entender um pouco mais sua importância na história da equipe brasileira mais vencedora de todos os tempos.

Eis o texto de Roberto Dias, publicado na revista Lance Série Grandes Clubes em 1999.

Quando eu era moleque gostava muito de jogar bola. Não tinha um time do coração na época. Era apenas mais um torcedor de futebol. Como morava no Canindé, onde ficava o estádio do São Paulo, sempre tive uma tendência para ser tricolor.

 

Com 16 anos, um amigo meu, o Valdico, me levou para o clube para que eu fizesse um teste do amador do São Paulo. Fui lá, passei e logo entrei na equipe infantil. Começa aí a minha trajetória são-paulina, em 1959.

 

No ano seguinte, fui para o juvenil e também, repentinamente, para a Olimpíada de Roma, em 1960, como jogador da Seleção Brasileira, junto com Gérson e outros. Fomos eliminados, mas, quando voltei, subi para o time profissional do São Paulo, com apenas 17 anos.

 

A partir daí me identifiquei muito com o time, com a torcida, e fui criado em uma enorme paixão pelo São Paulo. Nunca tive vontade de sair ou de deixar o clube. Tinha orgulho de jogar lá. Antigamente, os jogadores tinham que forçar a saída para se transferir a outra equipe. Eu nunca fiz isso. Gostava de tudo no meu tempo de jogador. Até o salário: eu aceitava sempre o que os dirigentes me ofereciam.

 

Titular, tanto como volante ou como zagueiro, eu cheguei ao auge da minha carreira em 1970, quando pude participar da conquista do título paulista, justamente o que quebrou um jejum de 13 anos.

 

Em 1971, tive um problema cardíaco e fiquei afastado por dois anos do futebol. Na minha volta, em 1973, ainda joguei mais um ano no São Paulo. Com 30 anos, o clube me deu passe livre.

 

Fui então para o México, onde joguei por três anos no Jalisco, de Guadalajara. Lá, fui treinado por Mauro Ramos de Oliveira, ex-zagueiro do São Paulo e grande amigo meu.

Em 1977 encerrei minha carreira de jogador e me tornei um típico são-paulino. Passei a acompanhar quase todos os jogos do time, na maioria das vezes pela TV ou pelo rádio.

 

Esporadicamente vou ao estádio acompanhar o time. Gosto mais de ficar torcendo em casa. Mesmo assim, me considero um são–paulino fanático e que nunca vai largar esta paixão.

 

Em 1987, um médico, amigo meu me indicou ao São Paulo para que eu trabalhasse lá. O clube, na hora, me convidou, e desde então eu convivo diariamente no Morumbi, dando aulas para filhos de sócios na escolinha de futebol do São Paulo.

 

…. será que é necessário exigir muito de qualquer jogador que atua em nosso tricolor?

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Ademilson chega a 100 jogos pelo São Paulo

Ademilson

O atacante Ademilson fará nesta quarta-feira (30), diante do Bragantino, o 100º jogo como profissional. Número expressivo para qualquer jogador, mas principalmente para um jovem de apenas 20 anos e que cresceu vendo ídolos atuarem no ataque do Tricolor, onde vem cada vez mais achando seu espaço.

“É emocionante e muito gratificante chegar a uma marca como essa em um clube como o São Paulo. Desde criança sempre sonhei em um dia poder jogar aqui. É muito especial pra mim estar aqui hoje, comemorando essa marca, pois lembro do meu teste e dos primeiros dias de trabalho, quando ainda morava no Morumbi. Realmente, é muito especial o que estou passando”, completou, lembrando dos momentos mais expressivos que viveu no Tricolor.

“Tive muitos momentos especiais no clube, mas acho que dois momentos foram marcantes, como o gol na Libertadores, contra o Atlético-MG, e também o título da Sul-Americana. Os dois foram inesquecíveis e vou me lembrar deles para o resto da vida”, disse. Com o gol marcado naquela partida, Ademilson passou a ser o são-paulino mais jovem a marcar na competição.

Dos 99 jogos feitos até hoje, Ademilson começou jogando em 52 deles, e vem crescendo como opção na equipe titular – até agora, na temporada 2014, disputou 24 partidas, sendo nove como titular. E mesmo com a presença de jogadores bem mais experientes que ele na equipe, o jovem vem aumentando o número de participações com o time titular. Desde o retorno às disputas após a parada para a Copa do Mundo, por exemplo, ele começou jogando em todas as três partidas feitas pelo Tricolor.

Além disso, mesmo antes da disputa do Mundial, Ademilson foi escolhido para começar jogando em diversas partidas, e quando ficava no banco, era a primeira opção do técnico quando era necessário modificar o setor. E a dedicação do camisa 19 nos treinos tem sido primordial para ele ser escolhido por Muricy.

“Sei que sou o jogador que tem menos nome em relação a todos os que estão aqui no elenco em relação ao ataque, mas estou me esforçando muito para conseguir ser uma boa opção para o São Paulo e espero melhorar cada vez mais”, disse.

Ademilson tem consciência de que a história dele na equipe profissional está apenas no começo, mas sabe o que quer para o futuro dele: muitos jogos e gols pelo Tricolor. “Espero que esses cem jogos sejam só o começo. Tenho um respeito e um carinho enorme pelo São Paulo, que me deu tudo o que tenho na vida, que me acolheu quando eu sonhava em ser jogador de futebol. E quero retribuir tudo isso em campo, podendo dar muitas alegrias pra torcida e ajudar muito o São Paulo por bastante tempo”, finalizou.

Fonte: Site Oficial

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Megafone: Carlos Miguel Aidar

megafone

 

No último dia 16, o presidente Carlos Miguel Aidar completou três meses de mandato frente ao nosso Tricolor. Três meses intensos, com alguns equívocos, mas com muito mais acertos, e a promessa de um futuro próspero.

Logo que foi confirmado que Juvenal Juvêncio enfim largaria o trono, passei a acompanhar o máximo que pude a respeito dos candidatos, até então pouco conhecidos por mim, Carlos Miguel Aidar e Kalil Rocha Abdalla. Não levei muito tempo para formular uma opinião e começar a torcer pela vitória do candidato apoiado por JJ.

Apesar de não ser jovem (67 anos), Aidar tem ideias oxigenadas, e está muito a frente de dirigentes mais novos que ele. Basta lembrar que é Aidar o idealizador do Clube dos 13, que apesar de ter acabado com a imagem arranhada, seria uma instituição importantíssima pela ‘moralização’ do futebol.

Para quem não sabe, no Clube dos 13 os presidentes das grandes equipes brasileiras  discutiam a porcentagem que cada associação levaria dos direitos da TV. Hoje, depois que o Andres Sanches fez o desfavor ao futebol brasileiro de se desvenciliar da instituição, a negociação das cotas fica a cargo de propostas individuais. Ou seja, a TV Globo fica livre de pagar o quanto lhe convir aos amigos clubes de Itaquera e da Gávea.

Desde que reassumiu o poder, Aidar segue tentando criar unidade entre os clubes. Há 3 meses no poder, já é líder do movimento que tenta o refinanciamento das dívidas das agremiações com o Governo Federal.

Outra medida foi diminuir o número de garotos de Cotia. Ao meu ver, nada de apostar menos nas categorias de base. Apenas uma medida para tentar diminuir os gastos por lá. Eram mais de 300 garotos, e a meta é 140, segundo o presidente. O suficiente para que 9 ou 10 de qualidade cheguem ao profissional, conforme ocorre hoje.

Além disso tudo, em toda entrevista que dá, parece muito sensato e firme, mas com humildade suficiente para ouvir opiniões diversas e para se desculpar, como no caso da briga com o presidente do porco. Nesta ocasião aliás, lhe faltou traquejo para saber a repercussão que uma declaração dessas dá hoje em dia. Mas foi certeiro: chorar pela perda do Kardec é mais uma das atitudes que apequenam nosso antigo arquirrival verde.

Alan Kardec aliás, talvez tenha sido o maior erro da nova gestão. É muito bom jogador, mas pagou-se muito caro por um jogador de uma posição que já tem dono: Luis Fabiano. Era muito melhor ter trazido um 2º volante para o lugar do Maicon, por exemplo. Isso tudo sem falar na informação de que deviamos direitos de imagem atrasados. Passo maior que a perna.

Mas se errou nesta contratação, acertou em cheio em outra. A volta de Kaká, fruto de uma política de boa vizinhança que não víamos muito nos tempos de Juvenal, me parece a presença que faltava para o nosso hepta. A se esperar os próximos capítulos.

O futuro é promissor, não apenas para este 2º semestre, como para os 3 anos de gestão Aidar. Enquanto isso, Kalil Rocha Abdalla leva a Santa Casa à falência…

 

Por: Wagner Moribe

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Viagens ao Sub Mundo – O Bragantino

viagens

Olá, pessoas.
Como estão os coraçãozinhos de ‘vossassenhorias’? Preparados para mais um jogo importantíssimo, dessa vez contra o time da terra da linguiça?
Faninhos faninharão…
Pois é, amanhã tem um clááááááássico contra o Bragantino… que eu acabei sabendo que é chamado de ‘Massa Bruta’ ontem, quando estava preparando o vídeo de hoje.
Jogo dificílimo, diante das atuais condições de nosso Tricolor Paulista, que nunca sabe quem é quando em campo. Um time ‘metamorfo’ que vem puxando ultimamente mais para o sua pior face do que para aquela que nos tornou o que somos hoje pra História do Futebol Mundial. Se é o São Paulo, São Paulo de São Paulo Futebol Clube mesmo, ou se é um timezinho chinfrim que peida a la Dagoberto diante de times como Avaí, Penapolense, Figueirense, Goiás, Chapecoense e (Deus queira que não) Bragantino…
Enfrentaremos amanhã um time que está praticamente estreando técnico e que foi derrotado em seu último jogo pelo BOA Esporte, lá de Varginha… com 2 gols do Karanga… (Pato, Ademilson, pessoal de frente Tricolor… sabem disso, né?)
E no vídeo da coluna, teremos uma homenagem ao The Mamas & The Papas, em virtude da data de morte da Cass Eliot, a ‘Mama’ do grupo, que nos deixou em 29 de julho de 1974 após um ataque cardíaco.

É a segunda gravação que faço para as colunas e estou aprendendo, amigos. Por isso, pode ser que ainda não esteja ‘nusconformi’, mas, quem não arrisca passarinho peixe é.
Sigamos então com o vídeo, e que amanhã tenhamos um São Paulo de Verdade em campo. Um Tricolor digno de sua História.
Volta, São Paulo!!!

Ronnie Mancuzo – Sub

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