Coluna do Pastor: Base

Boa tarde amigos tricolores, vamos a mais uma coluna sobre a base tricolor com informações sobre o campeonato paulista das categorias e também sobre os bastidores do clube

Não poderia começar a coluna de outra forma, finalmente o clube começa a cortar o problema na raiz, literalmente. Depois de 20 anos o problemático Geraldo foi demitido do São Paulo, junto a ele também foi demitido outro diretor da base, Marcos Tadeu. Juvenal Juvêncio ex presidente que era responsável pela base no momento também foi demitido (Em seu lugar assume interinamente Ataíde Gil Guerreiro). As coisas começam a se esclarecer nos bastidores da base do clube, o atual presidente Aidar contratou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) pra fazer uma auditoria no clube. Vários contratos estão com salários altíssimos pra categoria e fora do padrão, serão analisados pela auditoria.

Copa do Brasil Sub 20- Na próxima terça feira o time encara a chapecoense no primeiro jogo da competição, a partida será transmitida pela ESPN Brasil às 19h30.

Paulista Sub 15- Jogando mais uma vez com um time diferente dos últimos jogos, aproveitando do bom número de jogadores bons que tem, o São Paulo venceu o União São João por 4 a 0 em Araras. O destaque da partida foi o meia Augusto César com boas jogadas e 2 assistências.  Os gols foram de Felipe Pavaneli, Augusto César, João Kiefer e Matheus Porto.

Paulista Sub 17- O forte time tricolor foi ate Limeira jogar contra um dos melhores times da categoria, o Independente, que comprovou isso com uma forte marcação e um jogo rápido pelo chão. Apesar disso, o tricolor mostrou sua força, acertou 4 vezes a trave e no último lance  conseguiu fazer o gol da vitória, marcado pelo meia David Neres, que ficou sumido boa parte do jogo devido a marcação. Os melhores do tricolor na partida foram Guilherme, zagueiro de muito potencial e tranquilidade e Gabriel Braga, um lateral que se destaca muito na marcação e na armação quando joga como meia

Paulista Sub 20- O time recebeu o Guaratinguetá em Cotia, um jogo tranquilo vencido por 2 a 0, com gols de Inácio(Artilheiro do time no paulista) e Matheus Queiroz. O resultado coloca todo mundo do grupo com 3 pontos, o time parece finalmente achar o bom futebol que será preciso tanto no paulista como na Copa do Brasil da categoria

Confira os próximos jogos do tricolor

 

Sub-15: 9h – União São João (em Cotia)

Sub-17: 10h45 – Independente (em Cotia)

Sub-20: 15h – São Carlos (em São Carlos)

 

Para mais informações, dúvidas e esclarecimentos, podem mandar no e-mail: romulojor@gmail.com

Romulo Maia

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Teste no sábado definirá participação de Rogério Ceni no clássico

Rogério Ceni

A torcida do São Paulo só saberá no sábado se o goleiro e capitão Rogério Ceni estará em campo no clássico de domingo, contra o Corinthians, na Arena Corinthians, pela quarta rodada do segundo turno do Campeonato Brasileiro. O camisa 1 sofre com uma tendinite no joelho esquerdo e já foi desfalque na partida contra o Coritiba, disputada na última quarta-feira e que terminou com a vitória dos paranaenses por 3 a 1.

Nesta quinta-feira, Rogério Ceni seguiu diretamente do aeroporto de Congonhas para o Reffis do CT da Barra Funda. Nesta sexta-feira, enquanto o técnico Muricy Ramalho comandará um treino tático, a rotina do defensor será a mesma, com trabalho intensivo no Reffis. Na manhã de sábado, a esperança dos médicos é que o goleiro esteja melhor para fazer um teste no gramado.

Ceni se esforçou para atuar contra o Coritiba. Seguiu com a delegação para o Paraná e fez tratamento intensivo no hotel. Mas, pouco antes de sair para o estádio, fez um teste e reclamou de dores, o que impossibilitou a sua participação na partida.

Rogério Ceni esteve em campo em 44 das 47 partidas da equipe na temporada e marcou sete gols. Caso ele seja vetado, Denis, que teve atuação regular na derrota para o Coritiba, continuará como titular. O camisa 12 disputou quatro jogos na temporada 2014. 

Fonte: globo.com

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“Pronto” para o clássico, Luis Fabiano acorda cedo e treina antes de viagem

De volta após três meses lesionado, atacante faz atividade com reservas em Curitiba e se coloca à disposição para ocupar a vaga de Pato no jogo contra o Corinthians

Antes de voltar a São Paulo após a derrota para o Coritiba por 3 a 1, pela 22ª rodada do Brasileiro, os jogadores reservas do Tricolor realizaram um trabalho de atividade física na academia do hotel onde o time ficou hospedado na capital paranaense. O atacante Luis Fabiano, que voltou à equipe após quase três meses se recuperando de uma lesão na coxa, foi um dos que acordaram cedo para o treino.

O camisa 9 entrou no segundo tempo do confronto com o Coxa e pouco pode fazer para evitar o revés que quebrou a invencibilidade de oito jogos e a arrancada que colocou o clube na vice-liderança da competição – posição que não mudou com a derrota.

Com a ausência de Pato, que não poderá enfrentar o Corinthians no fim de semana por conta de uma cláusula de contrato – o atleta pertence ao rival alvinegro -, o Fabuloso é tido como a principal opção do técnico Muricy Ramalho para ocupar a vaga no ataque são-paulino.

- Com certeza estou pronto para jogar no domingo – disse o atacante após a partida em Curitiba.

Se não poderá contar com Pato, o treinador terá o retorno de Kaká para o duelo na Arena, em Itaquera. O meia desfalcou a equipe no Paraná por suspensão. O São Paulo ocupa a segunda posição na classificação do Brasileiro, com 42 pontos, sete atrás do Cruzeiro.

Fonte: globo.com

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Muricy critica desempenho do São Paulo, mas ainda acredita no título

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Um time que tinha o jogo controlado e que não soube matar a partida quando teve a oportunidade. Foi dessa maneira que o técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, analisou a derrota por 3 a 1 para o Coritiba, em partida realizada na noite desta quarta-feira, no estádio Couto Pereira, na capital paranaense. Com o tropeço, o Tricolor viu o líder Cruzeiro abrir novamente sete pontos de vantagem na briga pelo título do Campeonato Brasileiro.

- Futebol é assim: quando você não faz, perde a partida. Até os 15 minutos do segundo tempo, a partida estava controlada. Era questão de tempo para marcar o segundo gol e vencer. Mas o Coritiba encontrou o empate, cresceu de rendimento e, pelo que mostrou, mereceu sair com a vitória – afirmou.

 Vice-líder do Campeonato Brasileiro, com 42 pontos, o São Paulo volta a campo no próximo domingo, às 16h (horário de Brasília), contra o Corinthians, na Arena em Itaquera. Com 36 pontos, o rival alvinegro é concorrente direto na briga pelo G-4 e enfrenta a Chapecoense nesta quinta-feira.

Veja abaixo a entrevista na íntegra: 

Produção do time
Do meio para frente, estivemos acomodados hoje. Quando saímos para o intervalo com a vantagem, era voltar para o segundo tempo e matar o jogo. Não conseguimos.

Ausência de Kaká
Kaká é um grande jogador, mas o substituto dele entrou hoje e marcou um gol. Não posso analisar dessa maneira.

Time foi muito ofensivo?
Nossa característica é essa. Nas últimas oito partidas, ganhamos sete jogos e empatamos um, não podemos mudar o que está dando certo. Não pode mudar a característica, estamos bem no campeonato por causa disso.

Diferença para o Cruzeiro
Eu sempre falei que o Cruzeiro erra pouco, e mostrou isso hoje. Mas o campeonato está aberto, ainda pode diminuir a diferença. É claro que precisamos ganhar no domingo porque eles também têm um clássico complicado.

Rogério joga o clássico?
Infelizmente não dá para falar. Para o Rogério ficar sem jogar é porque é sério, dificilmente fica fora. Por outro lado ele é um profissional que se recupera muito bem. Difícil falar.

Briga entre Juvenal e Aidar
Não é bom para o clube. São pessoas que têm história no clube, que sempre trabalharam pelo bem do São Paulo. Eu conheço bem os dois e não fico feliz com o que aconteceu. Mas é coisa deles, é coisa política e temos de fazer nosso trabalho. Fisicamente, não chega no CT porque eu não deixo. Mas informações não tem como evitar.  No CT posso garantir que está tudo tranquilo.

Fonte: Globo.com

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BRASILEIRO/2014 – Coritiba 3×1 São Paulo – Análise, Notas, BC/BM

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BRASILEIRO/2014 – Coritiba x São Paulo – Análise, Notas, BC/BM

Por: PAULO MARTINS

 

Expectativa

Na primeira das duas partidas seguidas fora de casa, o adversário é o Coritiba, carne de pescoço pela situação complicada do time paranaense, que neste jogo contará com Alex. O tricolor irá a campo sem Rogério Ceni e Kaká, suspenso. Denis e Michel Bastos serão os titulares. Luís Fabiano, ao que tudo indica, fará parte do banco de reservas e, dependendo do andamento do jogo, poderá entrar. Considerando a vitória do Cruzeiro ante o Atlético/PR, só há um jeito de manter a perseguição: vencer!

Realidade

Primeiro Tempo

O Coritiba queria baixar a crista do São Paulo e começou o jogo a mil. Marcando duro e saindo em velocidade para o ataque, pressionava. E aos 5 minutos, depois de bola alçada na área tricolor, Alex apareceu livre dentro da pequena área, se antecipou a Denis e tocou para o gol. Seria o primeiro tento do jogo, não tivesse sido com a mão. O apitador acertadamente anulou, amarelando o armador do coxa. Era um aviso importante, porque até os 10 minutos só dava o Coritiba em campo…

Por outro lado, era um esquema que exigia que o time paranaense atuasse no seu limite físico. E, em algum momento, teria de arrefecer. Começou cedo, depois dos 13 minutos. Aos 15, o São Paulo já tinha um pouco mais de posse de bola e buscava equilibrar a partida. O tricolor até fazia boas trocas de passes, mas errava o passe derradeiro. Do outro lado, nervosos, os jogadores do Coritiba reclamavam em todos os lances. Aos 21, depois de bola alçada na área, Alex cabeceou com perigo e Denis impediu o gol, aos 20. O fato é que o jogo era duro e o São Paulo não ia bem, ao menos não como nos jogos anteriores, posto que não conseguia encontrar espaços para jogar. Havia uma boa dose de preciosismo nos homens de frente, também.

Aos 31, Rosinei deveria ter sido expulso, por entrada por trás em Pato quando já tinha amarelo. O apitador deu a falta, mas não o cartão. E aí Pato e Auro protagonizaram uma das mais belas jogadas do campeonato até então. Tabela entre eles, Auro passou a bola por entre as pernas do marcador e fez o cruzamento que, por uma daquelas ironias dantescas do futebol, não encontrou Ganso, que fechava pelo lado esquerdo e certamente marcaria o gol. Que jogada! Que jogador esse Auro!

O Coritiba ia ao limite para dar algum calor, e o São Paulo parecia puxar o freio de mão para não incendiar o campo. Porque mesmo assim, aos 46, Auro, que já tinha sido Carlos Alberto Torres, resolveu ser também Gérson e lançou Pato, que ajeitou de cabeça para Michel Bastos, que dentro da área, mais pela esquerda, bateu de primeira, cruzado e rasteiro, sem chances para Vanderlei. Golaço! E foi o fim do primeiro tempo.

Segundo Tempo

Sem alterações, o São Paulo voltou para o segundo tempo. E o Coritiba reiniciou o jogo dando tudo o que tinha. Buscava pressionar, especialmente nas bolas paradas, com Alex destilando veneno nas cobranças. Curioso que Ganso, hoje, era mais flecha que arco, aparecia pouco na armação, mas era presença constante na grande área.

Aos 14, num lance de desatenção em rebote da defesa, Souza deu espaço a Hélder, que pegou um canudo de fora da área e não deu chances para Denis. 1×1.  E a coisa desandou. Dois minutos depois, pane total no sistema de marcação do São Paulo, que só olhou o Coritiba jogar e Joel escorou cruzamento dentro da área, virando. 2×1… O que faltou de fome ao tricolor durante todo o jogo até então, sobrou de desatenção em dois minutos. O São Paulo pareceu menosprezar o adversário e, merecidamente, recebeu o castigo.

Depois da virada, pareceu querer “acordar para a vida” e buscar o jogo. Obviamente, o Coritiba se fechava e dificultava as coisas. Aos 27, Lucas Claro foi maldoso e pisou no tornozelo de Alan Kardec. Deveria ter sido expulso, mas levou só o amarelo. Foi para machucar campo.

Verdade que o Coritiba parecia um cavalo desembestado e dava tudo certo para eles. Porque aos 30, Pato poderia ter marcado não fosse interceptação da zaga do Coritiba dentro da grande área. Aos 31, Muricy sacou Denílson e colocou Luís Fabiano. Queria ganhar o jogo, mas se arriscava demas! Aos 34, Osvaldo foi para o lugar de Pato, exausto.

Aos 36, Auro falhou e deu a posse de bola ao Coritiba, que desceu em velocidade e, não fosse belíssima de Denis, o Coritiba teria feito o terceiro em finalização de Alex. E a criatividade sumiu, a bola sumiu, a organização sumiu. Aos 40, o limitado Joel saiu sozinho na cara de Denis, depois de assistência de Alex, e matou o jogo. 3×1 Coritiba. Alguma dúvida sobre o efeito de Kaká no time?

Alvaro Pereira saiu para a entrada de Boschilia, mas passou despercebido pelo gol do Coritiba, que de certa forma dava um vareio no São Paulo. O São Paulo morreu em campo e o Coritiba deitava e rolava, dando olé e tudo. Triste, porque a partida contra o Cruzeiro foi perdida depois de ganha.

Triste, muito triste. O segundo turno ainda está no início, mas essa “Síndrome de Robin Hood” não nos deixa acreditar em algo maior. É um time em formação — há algum tempo já — mas hoje era jogo para ganhar e não deixar o Cruzeiro desgarrar. São sete pontos, de novo.

 NOTAS

DENIS: Fez uma bela defesa, ok, mas para mim não é goleiro para o São Paulo. Me parece não ter estrela. Ranço meu, que espero não ser premonição. 4
AURO: Primeiro tempo primoroso e segundo tempo ruim. Sentiu o jogo, quando o time não rendeu. Normal. 4
EDSON SILVA: Joga simples, tem sido efetivo, mas não teve condições de parar o ataque do Coritiba. 3
RAFAEL TOLÓI: Idem a seu companheiro de zaga. 3
ALVARO PEREIRA: O uruguaio é raçudo, voluntarioso, mas hoje não conseguiu incendiar o time, como de costume. Esperar dele técnica apurada é querer um dilúvio no Saara de três em três meses. 3
 Boschilia: Entrou e não pegou na bola. SEM NOTA.
DENÍLSON: Não foi eficaz como nos últimos jogos. Pareceu cansado. 4
Luís Fabiano: Entrou e nada acrescentou. Falta ritmo de jogo. Normal. SEM NOTA
SOUZA: Deu espaços demais e não conseguiu dar segurança ao meio-campo. 3,5
GANSO: Sumido, tentou participar do jogo dentro da área. Não conseguiu armar o time. 3,5
MICHEL BASTOS: Muita movimentação e um gol que poderia ter sido o da vitória. 6
ALAN KARDEC: Sentiu o jogo. Talvez estivesse cansado, não sei. O fato é que não foi sombra do jogador do final de semana. 3,5
PATO: Tentou alguns lances, errou passes e não foi efetivo no ataque. Saiu exausto. 3,5
Osvaldo: Entrou para dar mais velocidade ao time. Não conseguiu. 2
MURICY: Armou o time com o que tinha de melhor, dadas as condições. Vendo o time ser surpreendido no segundo tempo, tentou fazer a equipe jogar mais no ataque, mas abriu demais o time, que se perdeu totalmente. Querer ganhar é uma coisa, se inconsequente é outra. 2

 

BOLA CHEIA

-  O primeiro tempo de Auro.

 

BOLA MURCHA

-  O Segundo tempo desastroso;

-  A ausência de Kaká;

-  Um certo preciosismo no ataque e menosprezo geral ao adversário;

-  A pane a la seleção brasileira no segundo tempo.

 

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Preleção Brasileirão 2014: Coritiba x São Paulo

Coritiba x São Paulo

Depois de deixar 58 mil tricolores no Morumbi e outros 16, 17 milhões mundo afora eufóricos e muito confiantes no título, o São Paulo segue seu caminho no Brasileirão. A próxima parada será em Curitiba, no estádio Couto Pereira contra os donos da casa. A invencibilidade de 9 partidas e o excelente aproveitamento desde então nos deixou a apenas 4 pontos do líder, sonhando cada vez mais com o HEPTA.

Quanto ao time que entrará em campo, o desfalque da vez será Kaká, que forçou o terceiro amarelo contra o Cruzeiro visando o clássico diante do Corinthians. O Tricolor perderá muito em campo, não apenas taticamente mas principalmente no quesito liderança: com Kaká, Ganso e Pato começaram a jogar bem com regularidade, formando o que chamamos hoje de “quarteto fantástico”, que tem 100% de aproveitamento. Rogério Ceni é dúvida para a partida por causa de uma tendinite no joelho esquerdo. Nas demais posições, teremos o mesmo time que venceu o Cruzeiro.

Se por um lado não poderemos contar com Kaká, finalmente poderemos prestigiar o retorno de nosso artilheiro, Luís Fabiano. O Fabuloso se lesionou naquele amistoso diante do Orlando City, há quase 3 meses e desde então vinha se recuperando da lesão na coxa. Mesmo sem jogar neste período, ainda é o artilheiro da temporada, com 15 gols. Acredito que Muricy preservará o camisa 9 para o clássico do final de semana no lugar de Pato, mas nada impede que LF atue hoje por poucos minutos.

O Coritiba passou nada menos do que 18 das 21 rodadas na zona de rebaixamento, de onde não sai de a 4ª rodada.A tendência é que lutem até o fim para escapar da segundona. Até aqui, ocupa a 18ª colocação, com apenas 20 pontos. Os paranaenses vem de derrota para o Santos por 2×1, mas contarão com reforços importantes para encara o Tricolor Paulista: Welinton (zagueiro), Norberto (lateral) e por último,  porém mais importante, Alex. O Coritiba tem um tabu a seu favor: não perde do São Paulo em casa desde 2011. Não é grande coisa, mas servirá de motivação manter o tabu, ainda mais com um adversário poderoso e do porte do São Paulo.

Dentro de campo, São Paulo voando como há tempos não se via, com grandes possibilidades de mais um título para a Sala de Troféus do Morumbi; fora dele, em um universo “paralelo” por falta de uma melhor definição, outro São Paulo, que jamais imaginei ver um dia: merda tacada no ventilador etc. Prefiro nem entrar nos detalhes nem tomar partido para fulano ou cicrano… só espero uma única coisa de todo esse circo político: QUE NÃO ATRAPALHE O SÃO PAULO DENTRO DE CAMPO!! Podem se matar fora dele que não me importo, detesto essa porcaria chamada política. Me importo com o Tricolor dentro de campo, onde com certeza veremos hoje mais uma vitória do melhor time do Brasil! Que venha o Coritiba, estamos preparados! #3Cores1SóTorcida

Por: Leandro Teixeira

 

CORITIBA X SÃO PAULO

Data/Hora: 17/09/2014, as 22h00 (horário de Brasília)

Estádio: Couto Pereira, em Curitiba/PR

Árbitro: Dewson Fernando Freitas/PA

Auxiliares: Márcio Gleidon Correa Dias/PA e Thiago Gomes Brígido/CE

Coritiba: Vanderlei, Norberto, Leandro Almeida, Welinton e Carlinhos; Helder, Rosinei, Robinho, Élber e Alex; Zé Love. Técnico: Marquinhos Santos

São Paulo: Rogério Ceni, Auro, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Souza, Denilson, Michel Bastos e Ganso; Pato e Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho

Transmissão: Band e Globo

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Coluna do José Renato: A máquina Tricolor

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Assim era chamado o São Paulo do começo dos anos de 1980.

Após a conquista do brasileiro de 1977, já em 1978, novos ares surgiram no Morumbi.

O ano de 1979 foi vergonhoso para o futebol paulista.

O título do estadual daquele ano, que estava nas mãos do atual bicampeão da Série B tinha sido forçosamente levado para o alvinegro paulistano, também campeão da Série B.

Coube ao Tricolor dar um passo a frente.

A contratação de Carlos Alberto Silva tinha sido uma grande novidade.

E ele fez acontecer.

Deu fim a um estranho rodizio entre os goleiros Waldir Peres e Toinho.

O calvo goleiro passou a ser titular absoluto e logo foi para a seleção.

Na lateral direita, o gente boa, Getúlio foi efetivado, e também se tornou selecionável.

Na esquerda, a contratação de um dos maiores laterais de todos os tempos, Marinho Chagas.

A dupla de zaga foi a maior de toda a história do futebol mundial, Oscar e Dario Pereyra.

Oscar foi contratado junto ao New York Cosmos.

Dario Pereyra foi deslocado do meio de campo para se tornar um fenômeno, o verdadeiro.

O meio campo era formado por Eriberto, Almir e Renato.

Um ano depois viria Everton, aquele do gol sem pulo.

Os dois primeiros, verdadeiros monstros no desarme.

O começo de um conceito que fez e faz diferença até hoje na armação de qualquer equipe de futebol.

O futebol mundial também deve isso ao São Paulo.

Já Renato é um caso a parte.

Descoberto pelo mesmo Carlos Alberto Silva, ele foi contratado junto ao Guarani.

Era um atleta completo e jogava demais.

Foi injustamente apelidado de Pé Murcho durante a Copa do Mundo de 1982.

Por conta de uma brincadeira de mal gosto de um saudoso meio campista alvinegro, que contratado pela revista Placar, durante aquela competição, resolveu publicar artigo com apelidos que ele deu a todos os atletas que fizeram parte daquele selecionado.

Coincidência, o único deles, disfarçado de crítica, para aquele que poderia fazer concorrência ao seu amigo pessoal, rubro negro, reconhecidamente sem história vitoriosa em Copas.

Não há como negar que esta atitude fez diferença em sua carreira.

Mas voltemos a Máquina.

O ataque era magistral.

O ponta direita foi resgatado de um futuro incerto, e alvinegro, para o sucesso, Paulo César.

Na ponta esquerda, Zé Sérgio, escolhido o maior jogador em atividade no Brasil em 1980, e maior jogador de sua família. Restou a Rivelino, seu primo, a segunda colocação.

O centroavante era Ele.

O maior artilheiro de nossa história, Serginho.

Autor de todos os gols daquela década rs rs.

Este time fez história.

Conquistou dois campeonatos paulistas.

E só não conquistou o tetracampeonato por conta da histórica proximidade de certo adversário com a arbitragem.

E não é choro de perdedor.

Quem tiver tempo, reveja aquelas finais e saberá do que estamos falando.

Afinal haveria algo mais democrático do que dar a maioria da população uma conquista?

Haveria sim… a Máquina Tricolor.

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Luis Fabiano: “Estou feliz de novo”

Luis Fabiano

Foram quase três meses de fisioterapia e atividades para aprimorar a forma física. Mas, agora, o atacante Luis Fabiano está preparado para defender o Tricolor novamente. Relacionado pelo técnico Muricy Ramalho para o duelo contra o Coritiba na noite desta quarta-feira (17), no Estádio Couto Pereira, o Fabuloso não escondeu a sua alegria de poder ser jogar de novo.

Na chegada da delegação são-paulina ao Paraná, na tarde desta terça (16), o camisa 9 festejou a oportunidade de ficar à disposição do técnico Muricy Ramalho. “Estava com saudade. A expectativa era muito grande de poder voltar a jogar. Estou feliz de novo e espero ajudar os meus companheiros”, revelou o centroavante, que espera manter a boa fase do São Paulo.

O time não perde no Campeonato Brasileiro de 2014 desde a partida contra o Goiás (2 x 1), no dia 27 de julho, no Estádio Serra Dourada. De lá pra cá, foram nove rodadas de invencibilidade, com sete vitórias e apenas dois empates.

“A equipe vive um momento feliz. Os jogadores também estão bem, e espero retribuir de alguma maneira”, acrescentou o Fabuloso, que está de volta após 16 jogos. O jogador não atua desde a parada da Copa do Mundo, realizada no Brasil, quando se lesionou no amistoso contra o Orlando City-EUA, no dia 20 de junho.

Um dos artilheiros do Campeonato Paulista deste ano, com nove gols, ao lado de Alan Kardec (Palmeiras), Cícero (Santos) e Léo Costa (Rio Claro), o centroavante suou a camisa durante as atividades realizadas no Centro de Treinamento da Barra Funda para poder atuar novamente. Desde a sua lesão, na intertemporada, o atleta não mediu esforços para se recuperar.

“Estou 100%, mas ainda falta um pouco de ritmo de jogo. A expectativa é de que eu possa, pelo menos, entrar no decorrer do jogo. Estou tranquilo, sem sentir qualquer tipo de dor ou incomodo, e consegui treinar bem nas últimas semanas”, acrescentou Luis Fabiano.

Maior artilheiro do São Paulo em Campeonatos Brasileiros, com 95 gols, o camisa 9 já marcou 193 vezes pelo clube, sendo o terceiro maior goleador da história, atrás apenas de Serginho Chulapa (242) e Gino Orlando (233). O Fabuloso é, também, o maior artilheiro do confronto com os paranaenses: com 5 gols.

Nas últimas semanas, sem dores, Luis Fabiano iniciou os trabalhos no gramado e trabalhou com bola. O atacante, que aprimorava a forma física, atuou nos jogos-treinos contra as equipes de base do Tricolor e se destacou com gols e boa movimentação. Assim, conciliando com exercícios no REFFIS, mostrou que estava recuperado.

Fonte: Site Oficial

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Em meio à guerra política, a tentativa de blindar o time

muricy_josepatricio_estadao_292(1)A situação é curiosa: ao mesmo tempo que joga como nunca nos últimos cinco anos, o São Paulo vive crise política que não viu sofrer durante a última década. Na última semana, foi dado início a uma guerra política entre o presidente Carlos Miguel Aidar e o ex-presidente e ex-aliado Juvenal Juvêncio que agora pode causar reforma na diretoria eleita há apenas cinco meses. No meio desse furacão, há, no CT da Barra Funda, quem tente blindar o elenco mesmo estando abaixo de Aidar.

A preocupação é pela semana difícil. Primeiro, o time joga contra o Curitiba sem Kaká, suspenso pelo terceiro amarelo. Depois, enfrenta o Corinthians, no Itaquerão, sem Alexandre Pato, impedido por cláusula prevista no contrato de empréstimo. O quarteto mágico, formado pela dupla e por Paulo Henrique Ganso e Alan Kardec venceu as sete partidas que jogou, e agora se prova frente a dois jogos sem um dos integrantes. A tentativa, no CT, entre quem vive puramente o dia a dia do time, é fazer com que os jogadores não se envolvam no que está acontecendo no ambiente da diretoria, no Morumbi.

A comissão técnica já alertou, sem grande ênfase, que a questão não deve chegar aos vestiários. A equipe venceu o Cruzeiro no fim de semana jogando bem, despontou como candidata ao título e ainda divide atenções com a Copa Sul-Americana. Enorme parte deste elenco foi contratada por Juvenal Juvêncio, que deixou a presidência em abril – Aidar trouxe Kaká, Alan Kardec e Michel Bastos. No último jogo do São Paulo sob a presidência de Juvenal, os jogadores prestaram homenagem e vestiram máscaras com o rosto do então presidente. Agora, a ideia é que haja pouco contato com os dirigentes.

O temor, também, é por prováveis dissidências na diretoria. Até semana passada diversos diretores poderiam, se quisessem, frequentar CT e vestiários do time. Agora, a atenção e o alerta são muito maiores. Isso porque a língua que se fala na diretoria não é mais a mesma – já há divisão entre aliados de Juvenal e Aliados de Aidar. Nesta segunda-feira, o vice-presidente direto, Roberto Natel, entregou o cargo e deixou o clube após Aidar destituir Juvenal da diretoria de futebol de base do São Paulo.

O empenho é de quem está no departamento de futebol no dia a dia e de funcionários do clube que trabalham no departamento, e não partiu de uma ordem do presidente. A ideia surgiu naturalmente, ao passar dos acontecimentos, com o consenso de que o time não poderia se envolver para não sentir os reflexos da crise.

Nesta segunda-feira, depois de ser sacado da diretoria, Juvenal Juvêncio concedeu entrevista ao UOL Esporte e afirmou que Aidar pretende demitir Muricy Ramalho no fim deste ano, assim como pretende tirar do futebol o gerente Gustavo Vieira de Oliveira e o coordenador técnico Milton Cruz. Juvenal disse que se arrepende e que se equivocou por ter apontado Aidar à sucessão e chamou o atual presidente de “traidor” e “maluco”. Aidar foi procurado pela reportagem e não atendeu às tentativas de contato.

UOL

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Sou, Sou Tricolor: Os 3 segredos para a volta do Soberano

banner_sou_tricolor_2Que pecado se esse time do São Paulo não levar o Brasileirão deste ano. Equipes eficientes, em todo ano encontramos pelo menos uma, a que se sagra campeã. Agora, eficiente e bonita de se ver, é matéria cada vez mais rara no futebol de hoje.

Caso o título não venha, será pelo menos a 2ª vez que verei um time do São Paulo tão bom não ser campeão. Tenho guardado na memória o time de 2002, dos mesmos Rogério Ceni, Kaká e Luis Fabiano de hoje, que depois de uma primeira fase impecável, sucumbiu diante de um Santos que quase nem se classificou para o mata-mata. Malvado futebol. Doces pontos corridos.

Mas o tema dessa postagem são os segredos para a virada desse time. E aqui vou listar os principais:

 

Kaká- Já escrevi um texto sobre ele. Mas não tenho problemas em repetir. Que jogador.  Contribui com o Tricolor em uma escala difícil de se medir. Dentro de campo, acelera o jogo, candencia, marca, se movimenta e orienta.  Fora dele, atua como líder, descontrai, e serve de referência para todos, para não falar da parte de marketing. O que trouxe de torcida ao estádio, o que vende de camisa, o alcance que dá para o clube. Que projeção você acha dá por exemplo, um vídeo postado por um jogador que já foi melhor do mundo, em seu instagram com a chegada da delegação ao Morumbi? Incalculável. É uma pena que são só 6 meses. Eu faria de tudo para manter Kaká para o ano que vem. E daria o cargo que ele quisesse na direção do clube quando ele se aposentar. Kaká é o cara!

Fim do 4-2-3-1 – Tem uma frase que vira e mexe eu ouço, que me incomoda muito. É o tal do “É assim que se joga na Europa atualmente”. Não consigo entender esse conceito de que um esquema está ‘ultrapassado’ ou na moda. Futebol é futebol, um esporte. Não pode seguir ‘tendências’, como moda, por exemplo. E o tal do esquema com 2 volantes, 3 meias e um centroavante é a grande coqueluche dos técnicos brasileiros atualmente. Na minha opinião, trata-se do esquema mais previsível e fácil de se marcar que existe. Deixa o time preso. Os dois meias das pontas, viram efetivamente pontas, ‘impossibilitados’ de entrar em diagonal, e obrigados a marcar lateral adversário. O São Paulo de até bem pouco tempo atrás tinha Osvaldo como ponta esquerda, Pabon/Ademilson  na direita. E ai de quem ousasse trocar de lado. Erro de Muricy. Aliás, impressionante como Muricy é constante, nos erros e acertos. Ruim nos mata-matas, desde os tempos de tricampeonato brasileiro; primeiro semestre irregular; desilusão total no meio do Brasileirão, e arrancada fulminante rumo ao título. Quando tinha Jadson e Ganso, Muricy foi incapaz de mexer no 4-2-3-1, sacrificando o atual gambá, fora de posição. Que entendam, não acho Jadson gênio, nem próximo de Kaká. Mas dava para ter feito algo melhor com ele e Ganso em mãos. Pior que isso: quando anunciada a volta do nosso camisa 8, Muricy logo se prontificou em dizer que ele poderia fazer a posição central, da direita ou da esquerda, adivinha do que? Do mesmo falido 4-2-3-1. Eis que os jogos se passaram, e a derrota para o Bragantino em casa virou ponto de partida. O Tricolor passou a atuar com 2 meias e 2 atacantes. Não sei se mérito para Muricy, ou se naturalmente o esquema se encaixou, depois da adaptação de Kaká. Mas vou dar esse crédito para nosso teimoso técnico.

Maicon por Denilson – Ao contrário de muitos, não acho Maicon essa enormidade de ruim. No já citado falido esquema 4-2-3-1, Ganso realmente ficava sobrecarregado no meio de campo, e Muricy optava por Maicon para ter mais posse de bola e armação ao Tricolor. Mas é fato que precisar do Maicon não é o ideal para um time do tamanho do Tricolor. Outro problema é que nosso treinador não tinha no elenco alguém em condições de tomar o lugar de Maicon. Até que Denilson voltou a jogar. E isso é muito mérito de Muricy. Porque Denilson entrou no time quando Maicon estava disponível, sem lesão ou suspensão. Ou seja, Muricy enxergou a dedicação do volante nos treinos, e resolveu dar chances a ele. O resultado disso é que em 90% das últimas partidas, Denilson foi um dos 3 melhores em campo. Que mudança! O que me faz vislumbrar um bom futuro para Wellington, que tem jogado bem no Inter.

Enfim, 3 pontos-chave, que nos permitem sonhar. Não se enganem. São ainda 4 pontos de diferença para um Cruzeiro muito bem montado, que dificilmente perde pontos fora de casa, para não falar sobre os 100% de aproveitamento no Mineirão.  Vamos torcer a cada rodada, mas sempre cientes de que a qualidade do futebol apresentado pelo time atualmente talvez não se transforme em títulos. E que não comecem as caças as bruxas ou ‘gritos de pipoqueiro’ caso isso ocorra.

 Wagner Moribe

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