Toque Feminino: Que venha o novo ou fique o velho, melhore!

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A notícia que agitou os torcedores nessa semana foi a suposta saída da Penalty, que tem contrato com o São Paulo até dezembro de 2015, e a chegada de uma nova fornecedora de materiais esportivos. No Lancenet! foi publicado que o clube estaria negociando com a Under Armour (Tottenham e Colo Colo). Já o Estado de S.Paulo noticiou que a Adidas estaria próxima de fazer o acerto. Outras fontes disseram que a Puma também está no páreo.
Apesar dessa notícia muito me animar, não sei o quanto tem de verdade nela, pois os executivos da Penalty já se pronunciaram, dizendo que não tem interesse em romper o contrato, visto que agora temos jogadores de muita visibilidade, como Kaká, Pato e Ganso.

Sobre essa suposta mudança, eu gostaria de ressaltar dois pontos.

camisaPrimeiro, independente de Adidas, Puma, Under Armour ou Penalty o São Paulo precisa de dinheiro, de uma proposta vantajosa. Trata-se de uma camisa de peso e temos que ter um fornecedor que entenda isso. Acho que a Penalty não sacou isso ao atrasar alguns pagamentos no ano passado…
Em uma pesquisa feita pelo site espanhol El gol Digital, foi mapeado os times que mais faturam com venda de camisa na América do Sul. O São Paulo ficou em segundo lugar, perdendo apenas para o Flamengo, e com faturamento de R$ 32.427 milhões. É ai que entra o segundo ponto, que é o que mais me incomoda. Se for para manter a Penalty, que o trabalho seja devidamente avaliado e reformulado. Não quero entrar muito na parte estética, porque todo mundo sabe que deixa muito a desejar, tanto no layout quanto no tecido. É só ver o modelo de camisa de jogo dois do ano passado, além da famigerada camisa, com o SÍMBOLO TODO PINTADO de vermelho, da campanha “Vermelho, a cor da Raça”, que foi vendida na Black Friday por R$ 70,00, devido ao grande encalhe.

 

Obviamente, por trás de toda camisa horrorosa desenhada pelo fornecedor, existiu alguém (tosco) do marketing do São Paulo para aprová-la. Porém, se esse foi o melhor desenho entre as amostras, eu nem quero imaginar aqueles que foram descartados…

Depois da saída da Reebok, o número de modelos disponíveis de camisas de passeio (camisetas, camisa polo, etc), tanto masculina quanto feminina, diminuiu MUITO. Chega a ser gritante a diferença. Só para ter uma ideia, na época da Reebok, era disponibilizado cerca de 15 modelos de camisas femininas de passeio, hoje gira em torno de 5. Isso sem falar que, com a chegada do Kaká, foram disponibilizadas apenas camisas masculinas.
Se alguém estiver disposto a fazer as contas, veja o quanto o São Paulo está deixando de lucrar por conta das limitações da Penalty. É muito dinheiro para ser jogado fora.

Eu, particularmente, torço muito para que a Adidas ou a Under Armour ganhe a concorrência. A primeira pela tradição e qualidade. Depois que ganhei uma camisa do Chelsea de presente me apaixonei pela Adidas. Já a Under Armour apresenta um visual muito “clean”, sem poluição visual, o que também me atrai muito.

E você? Quem você gostaria que fosse o fornecedor do São Paulo em 2015 e por quê?

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Coluna do Paulo Martins: O campo, a bola e o “Sete-pele”…

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Há mais ou menos 55 anos, o querido “Condado dos Guarás”, minha pequena e amada Guareí, era uma vasta área verde, com poucas casas, que se aglomeravam no que hoje se conhece como “centro da cidade”. Diziam que tudo era longe, que demandava algumas horas de caminhada, até pela topografia do lugar. Explico: Guareí foi surgiu meio que dentro de um buraco, cercada por morros. Aos poucos foi se espalhando morro acima, também.

E as áreas verdes que se localizavam próximas às residências, em sua maioria eram utilizadas para a engorda de gado de corte e leite, criação de porcos, frangos entre outros ou até plantio de grãos, de onde a população subsistia. Deste modo, a criançada sofria um pouco para encontrar áreas propícias a serem os seus campinhos, os tais “estádios imaginários”. Quando muito aparecia um fazendeiro mais abastado, que gostava do esporte e queria fazer a alegria da criançada, separando uma área do seu terreno (geralmente longe do “centro”, já na zona rural do município), cercava com arames tipo “cerca paraguaia” para isolar o pasto dos animais, fincava as traves no chão e, nos domingos, ordenava os seus empregados que jogassem cal no chão, para as demarcações.

Assim era o campo do Bairro da Floresta. Apesar da distância, a calmaria da cidade facilitava as coisas: os pais, ocupados com seus afazeres, não viam riscos em deixar os filhos irem até aquele bairro, distante uns quatro quilômetros da cidade, no campo do Sêo Lauro, que além de produtor de frutas cítricas, também criava cabras.

Não havia organização, torneios etc. Era aquele tipo de partida “cinco vira e dez termina”. Tampouco uniformes. Aliás, era complicado, porque dadas as parcas condições financeiras da época, quase todos os meninos trajavam apenas calção. Os pés estavam sempre descalços e ninguém usava camisa. Era uma pobreza imensa! Mas davam um jeito. Sêo Lauro providenciava a bola, de tom avermelhado como barro. Daquelas em que a costura aparente fazia arder o couro dos pés dos meninos.

As partidas transcorriam até quase não haver mais luz. O crepúsculo era o fim de jogo. Se luz houvesse, provavelmente seguiriam jogando até bem mais tarde. Mas não era possível por dois motivos: primeiro, que Sêo Lauro não possuía recursos suficientes para trazer o abastecimento da cidade para sua propriedade. Era um custo altíssimo. Segundo porque nessa época a energia era fornecida por um gerador que parava de trabalhar por volta das 20:30 ou 21:00 e a cidade toda virava um breu só. Deste modo, quando o sol começava a se pôr, um moleque olhava para o outro como se quisesse lembra-lo do fim do jogo.

Partida encerrada, iam todos embora, as vezes mais de 30 meninos descamisados e de pé no chão, enfrentando uma estrada de terra e pedras até chegar em casa.

Ocorre que, em certa ocasião, depois de uma noite de chuva mansa, um grupo desses moleques, a maioria deles com seus 12, 13 anos, ao seguir pela estradinha de terra e tomar o rumo do campo, notou pegadas estranhas que pareciam ir em direção ao mesmo destino deles. Pararam para tentar entender. Porque poderia ser uma temível onça parda, animal que costumava vagar por aquelas terras. Um dos meninos, mais vivido, cravou: “Onça não é. Onça tem quatro patas. Isso aí tem três”, ele disse, como que se não tivesse prestado muita atenção ao que acabava de dizer. “Peraí! Três patas?” Indagou outro menino. “É… Parece mesmo…” afirmou um terceiro. E eram pegadas fundas, o que denotava pertencer a um animal pesado. E cada pata tinha três “dedos” por assim dizer. Parecia que era um ser que caminhava sobre as patas traseiras com o auxílio de um cajado ou algo do gênero. Era realmente estranho. E, levando em conta a imaginação humana, era assustador!

Ali deu-se um “encafifamento” em série. Começaram a seguir o rastro do tal bicho de três patas e três dedos. Viram que dava para a propriedade de Sêo Lauro. Eles se entreolharam e seguiram adiante. Fizeram o jogo de sempre. E contaram o ocorrido para o fazendeiro, que correu para ver as pegadas, junto dos meninos. O velho homem coçou a cabeça, sacou o cachimbo do bolso e, acendendo o fumo, sentenciou: “Isso aí tá com cara de ser o rastro do `Sete-pele´”. Sete-peles. É como os mais antigos se referem ao diabo, o coisa ruim, o encardido, o nefasto, o fedido, o cramulhão, o demônio (ou demônho na fonética correta daqui). Pronto! Já dava para dividir os times: de um lado, os de olhos esbugalhados, do outro, os de cabelos arrepiados. Fato é que foram, para casa, bem antes do crepúsculo. Muito antes, na verdade.

No final de semana seguinte, a mesma história, as mesmas pegadas… Nasceu a lenda. Sêo Lauro e a esposa, dona Nair, passaram a ter medo do tal “Sete-pele”. Passaram a fechar a casa mais cedo, inclusive. Penduravam cruzes em cima das portas, deixavam réstias de alho nas paredes, sal “bento” nos cantos da casa… Protegiam-se como podiam. A cidade inteira comentava o mistério daquele animal diferente, com três patas uma na frente e duas atrás, e três dedos. Muitos foram “analisar” as marcas no chão. Ninguém arriscava dizer o que era. Alguns mais exaltados diziam que o chão ficava cheirando a enxofre. Outros, temerosos, até faziam o sinal da cruz ao avistá-las.

O tempo passou, as marcas seguiam constantes, mas o povo e os meninos principalmente, foram se acostumando com aquilo tudo. Melhor dizendo, a expectativa que antecedia o jogo e o ardor da batalha travada em campo momentos antes por vezes os faziam esquecer de que, na ida e na volta, teriam de enfrentar aquele itinerário, podendo a qualquer momento dividir o caminho com uma criatura sobrenatural. E, num feriado de Sexta-Feira Santa, ou “Sexta-feira Maior” como dizem por aqui em referência ao dia da Paixão de Cristo, os joguinhos (quem nem deveriam ocorrer, segundo as tradições do lugar, onde naquele dia sequer o rádio era ligado) acabou durando mais do que de costume. As partidas foram tão boas que ninguém se deu conta de que o sol estava se pondo. Fim de tudo, todos os meninos comentando os lances dos jogos (aquela famosa mesa-redonda ambulante, informal e deliciosa) quando alguém se lembrou: “Pessoal, o sol foi embora. Já tá quase de noite”. “Sete-pele, Sete-pele, Sete-pele…” Era o que piscava em letras garrafais nas mentes dos incautos mancebos.

Saíram em disparada rumo a cidade. Todos, menos um. Joãozinho, com o tornozelo inchado, se arrastava. Ficou para trás. Ninguém se deu conta dele. Ficou só naquele momento em que a noite estendia um lençol negro sobre o céu. Gritou para os outros. Em vão, ninguém ouviu, porque o pânico gritava mais forte e mais alto. O jeito foi seguir no seu ritmo. Chorando, Joãozinho tentava segurar o coração que queria sair pela boca e saltar sobre as pedras do chão. Foi quando, a uns 700 metros da entrada da cidade, já no breu, viu um vulto negro imenso e intenso, mais escuro que a noite. O clima era quente, mas o menino gelou. Estático, passou a observar a criatura, rezando fervorosamente, pedindo ajuda a Deus, todos os santos, anjos, até a Flash Gordon pediu intercessão… Pediu ajuda a todos! E a criatura vindo. O barulho das cigarras, apesar de alto, não encobria o bufo da respiração do animal que parecia caminhar com sofreguidão, como se gemesse pelo caminho. Coisa horrível! “O Sete-pele vai me pegar, tô lascado!”, pensava Joãozinho, quase se borrando todo.

A criatura andou mais um pouco e Joãozinho viu chifres imensos, em V, no alto da cabeça do animal. Lembrou da figura diabólica que via nos livros da escola dominical. “Deus tenha misericórdia de mim que têno a visão do inferno agora”, recitou baixinho, com a voz trêmula. Medo. Pavor. Pânico. Joãozinho travou. Não conseguia sair do lugar. Poderia pular no mato, tentar se arrastar para longe. Não conseguiu. E o bicho vindo em sua direção… Há mais ou menos uns 30 metros de distância, já sentia o cheiro do animal. Não era enxofre. Olhou com mais atenção e viu que era grande, quase do tamanho de um garrote nelore, quase um boi. A imagem tenebrosa foi se revelando a medida em que chegava perto de Joãozinho. E, a uns 15 metros de distância, naquela escuridão, ele viu com seus próprios olhos: era um bode! Um bode preto imenso! Quase mandou às favas a sua contusão para correr. Era a personificação da besta. Os olhos do bicho reluziam no escuro. Mas aí parou para pensar e lembrou das palavras de seu pai, o Sr. Martinho, que hoje mora no céu. “Seja homem em qualquer circunstância!”. Parou e pensou com calma: “Ah, é só um bode preto e grande”.

Um bode? Sim. Era o bode manco de propriedade do Sr. Ataliba Rosa, um fazendeiro que morava no outro extremo da cidade. O animal tinha, de nascença, uma das patas dianteiras menor que a outra, e que por isso não encostava no chão. E por qual motivo o animal vagava por aquelas bandas? Para “namorar” as cabras do Sêo Lauro. Joãozinho caiu na risada. De pânico e de alívio.

É… O bode, tal qual os meninos, naquele dia não guardou o devido repouso em respeito à data santa.

Por: Paulo Martins

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Análise BR14 – Internacional 0×1 São Paulo

O São Paulo conseguiu na noite desta quarta-feira uma vitória digna de uma equipe que briga pelas primeiras posições da tabela. Em pleno Beira-Rio, o time paulista abriu o placar com Paulo Henrique Ganso no primeiro tempo, segurou o resultado como pode no restante da partida e saiu de campo com o importante triunfo por 1 a 0 sobre o Inter, que vinha de cinco vitórias seguidas sem sofrer gols, para entrar no G-4 da competição nacional.

Até então, o clube colorado só havia perdido em casa para o Cruzeiro, pela sétima rodada do torneio nacional – a única derrota no Beira-Rio havia sido para o Ceará, pela Copa do Brasil. O revés impede o Inter de assumir a liderança do Brasileiro: fica com 31 pontos, na segunda colocação. O time tricolor, por sua vez, sobe aos 29 pontos e tira o Fluminense do G-4, assumindo a terceira colocação – ainda pode ser ultrapassado pelo Corinthians, que joga nesta quinta em Itaquera contra o Goiás.

Ambas as equipes voltam a campo pelo Campeonato Brasileiro neste fim de semana. No sábado, às 18h30 (de Brasília), o time gaúcho encara o Atlético-MG em Belo Horizonte. Já os paulistas têm o clássico local contra o Santos, no Morumbi, às 16h do domingo.

Dentro das quatro linhas, Inter e São Paulo fizeram um jogo animado no Beira-Rio. Os donos da casa começaram a partida melhores e nos primeiros momentos até esboçaram uma pressão no rival paulista – na melhor chance da equipe colorada, Alex chutou forte pela esquerda e Rogério Ceni pego no susto, com os pés.

Apesar da superioridade dos gaúchos, o São Paulo se soltou aos poucos na primeira etapa. Na primeira boa chance, o clube do Morumbi conseguiu abrir o placar. Aos 34min, os visitantes pressionaram na frente e aproveitaram saída errada de Juan para inaugurar o marcador: a bola sobrou para Álvaro Pereira pela esquerda, que cruzou forte e viu a bola desviar na zaga adversária antes de cair no pé de Ganso, que chutou conscientemente para o gol.

Acompanhado do auxiliar-técnico Cebola, Dunga, técnico da Seleção Brasileira, marcou presença no Beira-Rio

Foto: Lucas Uebel / Getty Images

Inter pressiona e coloca bola na trave

A volta para os últimos 45 minutos manteve o Inter melhor em campo e com mais posse de bola. A primeira boa chance foi aos 8min, quando D’Alessandro chutou forte para grande defesa de Rogério Ceni – Rafael Moura concluiu para a rede na sobra, mas estava impedido. Ainda assim, o São Paulo era extremamente perigoso em contra-ataques: aos 18min, Pato fez boa jogada e tocou para Kaká, que chutou forte da entrada da área na rede pelo lado de fora.

O Inter seguiu melhor, e Muricy tentou mudar a equipe ao promover a estreia de Michel Bastos aos 31min na vaga de Ganso, autor do gol. Dois minutos mais tarde, o estreante cruzou para Alexandre Pato, que só não marcou, pois viu o chute parar na zaga. A mesma estratégia quase deu certo a favor do Inter: Wellington Paulista entrou aos 35min e, na primeira corrida, acertou cabeceada na trave após escanteio.

Os últimos minutos do duelo foram todos de pressão do Inter, que buscou de todas as formas igualar a partida. Aos 44min, foi a vez de Rafael Moura receber pela esquerda e chutar na rede pelo lado de fora do gol de Rogério Ceni. Mesmo com a pressão colorada, o São Paulo deixou o Rio Grande do Sul com a importante vitória fora de casa.

Fonte: Terra

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Preleção BR-14: Internacional x São Paulo

Inter x São Paulo

Dando prosseguimento a maratona de partidas, o São Paulo volta a campo logo mais e terá uma pedreira pela frente: Inter no Beira Rio. O Tricolor vem de uma vitória apertada diante do Palmeiras, afundando ainda mais nossos rivais na degola. No BR, são 2 vitórias seguidas, o que nos alavancou da 8ª para a 5ª colocação, podendo inclusive voltar ao G-4 caso o Fluminense tropece.

Mesmo com meio time fora, o time jogou bem e ganhou o clássico… não fosse o juiz teria sido 3×0. Agora teremos novamente uma lista extensa de desfalques: Douglas e Antonio Carlos, que podem voltar no fim de semana; Souza (suspenso); além de Luís Fabiano e Rodrigo Caio. Por outro lado, Osvaldo retorna de suspensão e fica no banco. Porém os inúmeros desfalques devem continuar para a próxima rodada por 2 motivos: o 1º é o grande número de pendurados (Pato e Ganso, entre outros) e o 2º motivos é, volto a bater nesta tecla, o rigor dos árbitros para com nosso time. Contra o Palmeiras, 4×1 para nós em cartões amarelos, como sempre.

Como o time jogou bem, Muricy já definiu a escalação quase 2 dias antes, sem mistérios. Paulo Miranda segue na lateral no lugar do novo Culé Douglas (quem diria hein?), Edson Silva na zaga ao lado de Toloi e por último Hudson, que finalmente terá uma chance de mostrar serviço e provar para Muricy que tem condições de ser titular do time. No ataque estamos bem servidos, não só pela qualidade de Kardec e Pato, mas acima de tudo porque eles estão desandando a fazer gols; Pato marcou 3 dos últimos 6 marcados pelo São Paulo; já Kardec costuma aparecer em jogos difíceis, como o de hoje.

Se pegássemos a tabela do Brasileirão após a Copa do Mundo, o Internacional seria o líder com 15 pontos. São 5 vitórias nas últimas 6 rodadas, pontos que alavancaram o Colorado da 5ª posição para a vice-liderança, com 31 pontos. A boa campanha se deve principalmente ao retorno do Beira Rio, onde o Inter sempre foi muito forte. Elenco bom eles já tinham desde o ano passado, mas foram mal. Porém todo ano estão entre os favoritos e nunca correspondem. A defesa não leva gols a 5 partidas… mas também não enfrentou um ataque tão forte como o do São Paulo. A base do time é composta por Dida, Juan, Alex e D´Alessandro, o maestro e principal jogador do time.

Então simbora pro jogo!! Que venha o Inter e que o Tricolor vença. Rumo ao G-4!! #3Cores1SóTorcida!!!

Por: Leandro Teixeira

 

INTERNACIONAL X SÃO PAULO

Data/Hora: 20/08/2014, as 22h00

Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre/RS

Árbitro: Grazziani Maciel Rocha/RJ

Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises/RJ e Michael Correia/RJ

Inter: Dida, Claudio Winck, Juan, Ernando e Fabrício; Ygor, Aránguiz, Alex e D´Alessandro;  Jorge Henrique (Alan Patrick) e Rafael Moura. Técnico: Abel Braga

São Paulo: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Hudson, Ganso e Kaká; Pato e Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho

Transmissão: Globo e Band

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Coluna do José Renato: Um nome tricolor, Riberto.

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Um jogador épico.

Um dos atletas que por mais vezes vestiu a camisa do ‘mais querido’.

Oswaldo Riberto, o Riberto, um volante com DNA tricolor.

Começou a carreira no maior alvinegro da capital paulista, o Clube AtléticoYpiranga

Sua estreia aconteceu em 17 de junho de 1956.

Em um amistoso frente o Internacional de Bebedouro.

Não saiu mais da equipe.

Se tornou sinonimo de titular.

Foi assim durante os 9 anos com a nossa camisa.

Jogava para o time.

O chamado ‘carregador de piano’.

Tinha uma rara obediência tática.

O que todo e qualquer técnico sempre quis.

Foi essencial na conquista do estadual de 1957.

Difícil imaginar que o título viesse sem ele.

Entre os companheiros era conhecido como Britânico.

Por conta da sua pontualidade.

Em campo, sempre se antecipava na jogada.

Chegava no momento certo.

Um baita marcador.

Fora de campo, um exemplo de profissional.

Era sempre o primeiro a chegar aos treinos.

Esteve presente em outro grande momento de nossa história.

A inauguração do maior estádio particular do mundo construído com recurso próprio.

Riberto Tricolor

Por 478 jogos, com 252 vitórias.

19 gols marcados.

E um nome para sempre tricolor.

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Com Rogério e Hudson, Muricy define escalação

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O goleiro Rogério Ceni está confirmado para o duelo contra o Internacional, nesta quarta-feira (20), em Porto Alegre, válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2014. Na manhã desta terça (19), no Centro de Treinamento da Barra Funda, o técnico Muricy Ramalho encerrou a preparação da equipe e esboçou a escalação para o confronto contra os gaúchos.

O goleiro Rogério Ceni, que havia deixado o Pacaembu com dores musculares na coxa direita, após a vitória sobre o Palmeiras (2 x 1) no último final de semana, treinou normalmente e mostrou que não será problema para o embate no Rio Grande do Sul.

Realizando todos os movimentos normalmente após trabalhar no REFFIS na segunda(18), o capitão pôde ajudar o treinador a orientar a defesa nas atividades desta manhã, que esboçaram a provável formação do time são-paulino. Sem poder contar com o volante Souza, suspenso pelo terceiro cartão amarelo na competição nacional, Muricy apostou na entrada de Hudson.

Dessa forma, o time titular aprimorou as cobranças de bolas paradas nesta quarta com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Hudson, Paulo Henrique Ganso e Kaká; Alexandre Pato e Alan Kardec. Durante o treino, o comandante orientou os atletas e corrigiu o posicionamento da equipe nas faltas e escanteios.

Na sequência, Muricy reuniu o time no centro do gramado e teve uma longa conversa com os seus comandados, que ouviram as análises do técnico sobre o Internacional. Depois, para poderem descontrair, os jogadores puderam disputar o tradicional recreativo, que terminou com vitória da equipe cinza – capitaneada por Rogério, Ganso e Pato -, por 4 a 3, na ‘prorrogação’.

Para fechar o produtivo dia de atividades no CT da Barra Funda, o elenco aprimorou a pontaria com finalizações de fora da área. Com 26 pontos, o São Paulo ocupa a quinta colocação no Brasileirão e segue na cola do G-4. O adversário desta quarta, o Internacional, está no segundo lugar, com 31 pontos ganhos.

Fonte: Site Oficial

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Megafone: Vida Dura

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Espécies, especiações, política e o fim do futebol

O Brasil anda tão ruim de futebol que os técnicos são especiações. Isso mesmo, especiações. Pra você que não sabe o que é uma especiação, basta lembrar dos trabalhos de Darwin na ilha de galápagos, quando encontrou pássaros com características muito especiais

Aqui se joga algo muito específico, endêmico, diferente do futebol do mundo. Com isso, os jogadores “selecionados” seguem esta triste linha evolutiva. O resultado todos nós conhecemos: O Técnico do PaRmera quer tocar, jogadores não sabem. Técnico do SPFC quer passar e não quer mais jogar bola na área e os jogadores não entendem. Técnico pede para diminuir campo de jogo e fazer triangulo, para ter bola de ataque ou de escape, para trás e ai, eles jogam no goleiro. Ai o técnico do Internacional, sabendo da especiação e das “espécies” de jogadores, consegue ganhar vários jogos em sequencia. Sabe o que é o pior: Sem vergonha nenhuma, com um argumento muito simples: O importante é a vitória, a qualquer custo.

O custo já existe e estamos pagando por ele, pois a coisa está tão complicada que ao convocar as seleções de base, não buscam os jogadores nos times nacionais, mas nos internacionais. Será que dá pra salvar uma geração assim? Pouco provável e se acontecer, será um milagre. E o pior, pois ai a situação se inverte: o Técnico pede pra jogar bola na área, os jogadores querem tocar, pois “aprenderam” desta forma nas “categorias” de base fora do país.

A pergunta é: Tem jeito de resolver? Claro que tem e sabemos como fazer, porém, a preguiça e o descaso não deixam. Claro, o fato de se indignar e jogar a culpa no outro também ajuda.

Bem, pelo menos ganhamos o nosso primeiro Nobel, na matemática e se comparar com a Alemanha, agora só falta 100 para alcançá-los, ou algo neste sentido. Levamos mais uma lavada.

Viva a seleção natural. Darwin continua mais moderno que a TV pirata e o horário político

Por: José Roberto

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MEGAFONE: COTIA

megafoneCT de Cotia

São tantas as besteiras ditas na imprensa esportiva brasileira, que ultimamente tenho andado com preguiça até de me estressar, ou de tentar convencer as pessoas de que se trata de irrealidades. Coisas do tipo “SCCP é o time da emoção”, “Cuca montou a base do tricampeonato de 2005” ou a mais nova “A preparação da seleção alemã é muito melhor do que a da seleção brasileira”.

Resolvi escrever sobre algo muito disseminado entre os ditos entendidos do nosso futebol. Tão propagado, que acabou virando verdade para os telespectadores, leitores e ouvintes futeboleiros: a ineficácia do CT Cotia.

A tese acima geralmente vem acompanhada de comentários irônicos e rasos sobre como o problema ocorre apesar do São Paulo FC se vangloriar tanto de seu centro de formação.

O CT de Cotia foi inaugurado em 2007 e qualquer um que tenha se informado minimamente sabe o quanto o espaço é de fato, de primeiro mundo. Basta ver relatos de jogadores que já atuaram fora do país, ou da seleção colombiana, que decidiu ficar por lá durante a Copa.

Mas se só depoimentos não convencem, vamos aos números. Listei os convocados das últimas duas edições das duas competições mais importantes de base (Mundial Sub-20 e Olimpíadas), e procurei onde foram revelados os jogadores. Não porque eu já sabia o que eu encontraria, mas por metodologia mesmo. O que eu encontrei foi:

——-Olimpíadas——-

2012

São Paulo (Bruno Uvni, Lucas, Oscar), Inter – 3

Santos, Atlético PR – 2

América MG, Fluminense, Vasco da Gama, Atlético de Ibirama – 1

2008

Inter e São Paulo -3 (Alex Silva, Breno, Hernanes)

Gremio – 2

Fluminense, Corinthians, Paraná, Cruzeiro, Palmeiras, Santos, Atlético MG, Coritiba  – 1

—–Mundial sub-20—-

2011

São Paulo (Bruno Uvni, Casemiro, Oscar, Henrique) – 4

Flamengo – 3

Cruzeiro, Inter, Vasco da Gama – 2

Palmeiras, Santos, Grêmio, Grêmio Barueri, Avaí -1

2009

Vasco -3

Grêmio, Sport, Fluminense, Goiás, Corinthians -2

São Paulo (Diogo), Atlético MG, Cruzeiro, Flamengo, Atlético PR, Botafogo, Paraná – 1

Somando-se tudo, o São Paulo FC foi o que mais contribui com as 4 gerações, com 11 jogadores convocados, a frente do segundo colocado Inter (8) e terceiro Vasco (6).

É óbvio que existem distorções, decorrentes de jogadores que não deveriam ser convocados, e de jogadores que ficaram de fora das listas. Mas isso vale para todos os clubes.

Se você questiona nomes estranhos como Diogo e Bruno Uvni, acredite em mim, encontrei aberrações iguais ou maiores em todas as listas. Nomes que se quer me lembro de ter visto jogar na época, ou até hoje.

Embora o levantamento se limite aos últimos 6 anos, tenho plena convicção de que a formação de grandes jogadores pelo São Paulo é antiga. Dá para fazer um timaço de jogadores revelados pelo Tricolor só nos últimos 20, 25 anos, o período em que acompanho futebol: Rogério Ceni, Cafú, Breno, Alex Silva e Fábio Aurélio; Fábio Simplício, Hernanes, Kaká, Lucas, Denilson e Júlio Baptista. Não se forma time melhor de revelados em qualquer outro clube. Isso para não falar de tempos de menudos e etc.

Soma-se a isso o fato de que das quatro maiores transações da história do futebol brasileiro, três foram de jogadores revelados pelo São Paulo: Lucas (2º), Oscar(3º) e Denilson (4º). O zagueiro mais caro da história do futebol brasileiro, Breno, também é fruto nosso.

Quem me dera as críticas da imprensa brasileira se baseassem mais em estatísticas do que em ‘achismos’, como ocorre nos Estados Unidos, por exemplo. Me parece óbvio: para ser especialista de um assunto, seja lá qual for, é preciso estudá-lo.

Deixem que falem. Enquanto questionam nossa base, seguimos desfrutando do futebol e lucro de nossa molecada.

Wagner Moribe

 

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Tópicos Tricolores: Under Armour, João Filipe e Ademilson

Under Armour. A empresa americana está sondando o Tricolor e pode assumir o restante do contrato da Penalty. Os valores seriam corrigidos conforme contrato e continuariam na casa dos R$ 35 a R$ 40 milhões dependendo dos resultados. O fornecedor esportivo que vem entrando no mercado europeu quer abocanhar o mercado brasileiro também. Porém, Puma também é uma marca interessada que mais consolidada no mercado não pensa em arcar com valores tão altos como sua concorrente que é apenas entrante no Brasil. Nada indica também, que algo ocorra antes do final de 2014. Os uniformes da empresa americana costumam ser bem legais e fica aí um possível diferencial além da bufunfa. O diretor da marca afirmou:  que apesar de lançada este ano no Brasil, a Under Armour pretende entrar no futebol do país, mas não há convicção de que o processo aconteça já em 2015. “Temos como grande visão ser uma das três principais marcas esportivas do Brasil em cinco anos. Por uma decisão estratégica, decidimos focar em outros setores no ano de lançamento no país. Mas sabemos que precisamos investir e fazer parte do futebol para alcançarmos nosso objetivo. O objetivo é entrar nessa jornada. Se vai ser 2015, 2016… Não sabemos. Depende da disponibilidade dos clubes, também”, disse. Perguntado sobre a aspiração de patrocinar outros clubes no Brasil, o diretor garantiu que as equipes serão escolhidas a dedo. “Posso te dizer que teremos um portfólio qualitativo, não quantitativo. Vamos escolher os clubes certos para patrocinar”.  E Cruzeiro e São Paulo são os clubes em vista no país hoje. João Filipe. Depois de vendermos Douglas, parece que a porteira abriu. Agora foi a vez do Fluminense de solicitar João Filipe, zagueiro do São Paulo emprestado ao Avaí. O jogador está por detalhes de ir em definitivo. Se não chegar a um acordo, pode ser que fique em SC ou até mesmo vá apenas emprestado para o RJ. Certo é que no São Paulo não ficará. Mais um adeus tardio e sofrido. Ademilson vai para a Sub-20. Não adiantou Muricy esbravejar que a CBF não liberou Ademilson. O que é uma ótima notícia! Não teremos que contar com o futebol pífio do jogador que só Muricy consegue gostar no São Paulo. Sem opções, Ewandro deve ganhar chance. Mesma situação com com Hudson que sem nenhum volante, Muricy deve enfim, dar uma chance. Blog do São Paulo

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Douglas é do Barcelona!! SPFC negocia para que fique até o final do ano…

Uma das negociações mais surpreendentes dos últimos anos chegou ao fim. O Barcelona chegou a um acordo com o São Paulo para a contratação de Douglas, mas o lateral direito só deve se apresentar ao novo clube em 2015. Pelo menos é o que quer o Tricolor.

Segundo Ataíde Gil Guerreiro, a proposta foi aceita e agora as negociações são para o tempo que ele ainda fica no Brasil. Provavelmente até o final do ano.

Douglas foi pedido que permanecesse no Brasil até a metade de 2015, quando o contrato de Daniel Alves com o Barcelona termina. Mas, o Barça quer emprestá-lo para ir se adaptando.

Assim, o SPFC necessitaria reforçar o setor direito. E aí mora um problema tendo Luis Ricardo e Auro apenas na posição. Paulo Miranda vem sendo improvisado. Desta forma, teríamos um zagueiro a menos.

O diretor de futebol do Barça, Raül Sanllehí é aguardado no Brasil até quarta-feira para fechar a contratação.

Blog do São Paulo

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